Neci

Neci Lopes – Itapetim-PE

Nossa pátria bendita e consagrada
Que Dom Pedro consegui libertar
Não imaginava que depois esse lugar
Se tornaria uma pátria desonrada
Por uma corja de gangue engravatada
Escravizando os direitos da nação
Com trambicagem criaram o mensalão
No congresso real da safadeza
Libertada da corte portuguesa
És escrava servil da corrupção.

Mote: Edmilton Torres

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Teresa Machado Apodi-RN

Muito tempo o Brasil foi dependente
Pertencia a nação de Portugal
Os tesouros levados numa nau
Liberdade, a vontade dessa gente
Semeada por homem consciente
Hoje livre persiste a escravidão
Quem governa não sai da contra mão
Só mudou o nome da realeza
Libertada da corte portuguesa
És escrava da servil corrupção.

Mote: Edmilton Torres

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Charles Sant’Ana – Pão de Açúcar-AL

Da colônia eu já sinto saudade,
No Brasil não se tinha enrolação,
Pode ter existido escravidão,
Mas manteve o poder, honestidade,
A bandeira era amada de verdade,
E se tinha um castigo pra ladrão,
Com Dom Pedro se havia obrigação,
De zelar, aumentar sua riqueza,
Libertada da corte Portuguesa,
É escravo servil da corrupção”.

Mote: Edmilton Torres

Silvano

Silvano Lyra – Olinda-PE

Para mim nossa pátria é mui amada
Pois criei dentre em mim patriotismo
Sucumbir a Bandeira do civismo
Põe corrente de volta em derrocada
Liberdade não pode ser comprada
Muito menos vendida a prestação
Emprestar-me a libelo sem noção
Faz de mim presa fácil e indefesa
Libertada da Corte Portuguesa
És escrava servil da corrupção.

Mote: Edmilton Torres

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Rena Bezerra – São José de Princesa-PB

Quando Pedro gritou Independência
La nas margens do Riacho do Ipiranga
Foi pensando livrar aqui da canga
Portuguesa perversa e sem clemência.
E depois de vencer toda exigência
Duma corte cruel sem coração
Vemos hoje os gatunos da nação
Saquearem sem dó nossa riqueza,
Libertada da corte portuguesa
És escava servil da corrupção.

Mote: Edmilton Torres

Otacílio Pires

Otacílio Pires – Recife-PE

Pindorama é uma terra do gentil
Povo de nobreza e dignidade
Inocentes sucumbiram à maldade
Exploradores europeus de forma vil
Mudaram Pindorama pra Brasil
Submeteram o povo à escravidão
A inconfidência seria a solução
Sua história, sinônimo: vileza
“Libertada da Corte Portuguesa
És escrava servil da corrupção”

Mote: Edmilton Torres

João Bosco

João Bosco – Poção-PE

Um desejo que em nós vem existindo
De uma pátria sem roubo e sem miséria,
E no jornal tenha só uma matéria,
Que a corrução agora está sumindo,
Mas pra tanto distante estou sentindo
Não será nesta nossa geração
Cinco séculos cruéis de exploração
Deformando da pátria a grandeza
Libertada da Corte Portuguesa
És escrava servil da corrupção.

Mote: Edmilton Torres

Amauri

Amauri Sales – Camalaú-PB

Nossa pátria está sem assistência
Muita gente a viver tentando a sorte
Quem gritou por independência ou morte
Tem mais morte do que independência
Libertada da subserviência
Das falanges hóstis de outra nação
Lava-jato propina e mensalão
Nosso povo vê tudo com tristeza
Libertada da corte portuguesa
És escrava servil da corrupção

Mote: Edmilton Torres

Edilene Soares Cordelista

Edilene Soares Cordelista – Garanhuns-PE

A procura da sua liberdade,
Tira-dentes morreu sem piedade,
Junto dele alguns dos acompanhantes,
O Brasil não é mais o que foi antes,
Povo amava a bandeira da nação,
Hoje roubam sem ter uma prisão,
Governantes nadando na riqueza,
“Libertada da corte Portuguesa,
É escravo servil da corrupção”.

Mote: Edmilton Torres

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Luiz Gonzaga – Limoeiro do Norte-CE

Foste um dia liberta das divisas
Dos desejos de tantos portugueses
Amargando um domínio duas vezes
Que te ofendes e te desmoralizas
Entra ano, sai ano e agonizas
O tormento cruel da escravidão
É penoso demais uma Nação
Enfrentar uma vida de incerteza
Libertada da corte portuguesa
És escrava servil da corrupção

Mote: Edmilton Torres

Adilson

Adilson Costa – São Lourenço da Mata-PE

Invasão transformar-se em descoberta
Recheando os anais da nossa história
Para mim é questão tão ilusória
Que jamais a nação não se conserta,
Roubalheira era já bastante aberta
Nos sertões, nos agrestes, litorais
E a nobreza a ceifar os ideais
Do país rouba o resto da riqueza
Libertada da Corte Portuguesa
És escrava servil da corrupção.

Mote: Edmilton Torres

Maria Farias

Maria Farias – Santa Terezinha-PE

Uma côrte que aqui muito reinou
Deixou marcas de pura crueldade,
Vem D. Pedro gritar a liberdade
Sob o manto medíocre que criou.
Desonestos aqui ele implantou,
Sendo um povo bem mal, sem coração,
Entregou nossa tão nobre nação
À ruínas da mais triste pobreza.
Libertada da côrte portuguesa
És escrava servil da corrupção.

Mote: Edmilton Torres

Zé Duardo

Zé Duardo – Barro-CE

Com Dom Pedro Galgou a liberdade
Se tornando país de grande porte
Apesar de erguer seu braço forte
Não consegue manter a igualdade
Alterada na própria sociedade
Que o costume já vem de criação
Tu Brasil és potência de nação
És gentil mas não ganha gentileza
Libertada da corte portuguesa
És escrava servil da corrupção.

Mote: Edmilton Torres

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Armando Medeiros – Princesa Isabel

Terra mátria ” Brasil ” ó pátria amada
Sinto em mim, o teu corpo estremecendo
a história inda hoje está dizendo
que pra sempre tu foste libertada ,
É notório que isso é só fachada
Desmancharam o sim, fizeram um não
Nossa pátria tão digna do brasão
Cada vez se tornou mais indefesa
Libertada da corte portuguesa
És escrava servil da corrupção.

Mote: Edmilton Torres

Charles

Charles Brunno – Pão de Açúcar-AL

O Brasil deu o grito em liberdade,
Ao corrupto hoje vive prisioneiro,
Governantes roubando o seu dinheiro,
Clama o povo sofrendo a falsidade,
Dependência sem ter capacidade,
Não liberta o país dessa prisão,
Sufocado e vivendo escravidão,
Vento mal levou fonte de riqueza,
“Libertada da corte Portuguesa,
É escravo servil da corrupção”.

Mote: Edmilton Torres

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Edmilton Torres – Pesqueira-PE

Oh! Brasil, minha pátria mui querida,
Ao romperes com a Corte Lusitana
Te tornaste uma Terra Soberana
Dentre todas, pra nós, a mais garrida
Mas, a nossa conquista tão sofrida
Se tornou, hoje, grande frustração
Pois um mal atingiu toda a nação
Contra o qual tu estás tão indefesa
Libertada da Corte Portuguesa
És escrava servil da corrupção

Mote: Edmilton Torres

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Massilon Silva Aracaju-SE

Essa terra da qual nos orgulhamos,
Nossa pátria querida, mãe gentil,
Vera Cruz, Santa Cruz, depois Brasil,
É o berço do qual nos ufanamos.
Liberdade que um dia proclamamos,
De um lugar, de um país, de uma nação…
Que um dia se orgulhou do seu brasão
Exibido com ares de nobreza,
“Libertada da corte portuguesa,
És escrava servil da corrupção”.

Mote: Edmilton Torres

PRA GLOSA DE JOÃO NUNES

João Nunes – Sítio Serrote Preto-PB

Essas matas, os bosques, teus recantos
São presentes de um deus chamado Pã
Mas a gangue que a fez anfitriã
Transformou a beleza em desencantos
Um país onde o povo vive aos prantos
Não tem como chamar-se de nação
Poderoso podendo mete a mão
E na gente sobrando safadeza
Libertada da Corte Portuguesa
És escrava servil da corrupção

Jerson Brito

Jerson Brito – Porto Velho-RO

Se Dom Pedro tivesse se calado,
Buscarias, por certo, outra maneira
De afastar toda sombra forasteira
Pra não veres teu povo dominado.
Tristemente, depois de ter gritado,
O regente, apesar da nobre ação,
Não deu fim nesse mal sem solução
De que foste, nação, feita uma presa.
Libertada da Corte Portuguesa
És escrava servil da corrupção.

Mote: Edmilton Torres

Aurineide Alencar

Aurineide Alencar – Dourados-MS

Ó Brasil, Proclamaste Independência!
Contudo continuas dependente
O teu povo é um povo tão carente
O teu choro é um grito por clemência
Da justiça, só sente sua ausência
Aumentando ainda mais decepção
Andas sem rumo, sem ter outra opção
Feito uma ave quando se sente presa
Libertada da Corte Portuguesa
És escrava servil da corrupção.

Mote: Edmilton Torres

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Marciano Medeiros – Santo Antônio-RN

O Brasil tem um povo resistente
que não foge no tempo de lutar,
pelo visto pretende recusar
candidatos com fama de serpente.
Cada pleito vai ser bem diferente,
evitemos votar num bom ladrão,
mas se a plebe sofrer na servidão
digo a pátria gigante e tão burguesa:
— Libertada da Corte Portuguesa
És escrava servil da corrupção.

Mote: Edmilton Torres

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Francisco Maia – Caicó-RN

O semblante de um pai é diferente
De pessoas que não possui semblante
Quem não tem um sorriso cativante
Não possui uma face transparente
Seu olhar funciona como lente
Para ver com detalhe o seu caminho
Muitas vezes prefere andar sozinho
A não ter que perder o seu humor
No semblante do pai trabalhador
Tem um riso sedento de carinho.

Mote: Marciano Medeiros

Maria Farias

Maria Farias – Santa Terezinha-PE

Na conquista do pão dos filhos seus
Cada pai se dedica todo dia,
Dá aos filhos amor, muita alegria,
Com firmeza constrói os novos ‘eus’;
Pede força com fé em nosso Deus,
Lhes ensina a trilhar o bom caminho,
Mas nem sempre seu filho está juntinho
Ou faz jus à pureza desse amor.
No semblante do pai trabalhador
Tem um riso sedento de carinho.

Mote: Marciano Medeiros

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Iranildo Marques – Serra Talhada-PE

Não esqueça de quem lhe deu a mão
Trabalhou pra você, lhe deu a vida
Foi estudo, foi teto, foi comida
Pra bater em você um coração
Nunca plante motivo pra perdão
O momento da vida é bem curtinho
Muita gente queria’um’minutinho
Pra abraçar o seu pai, lhe dar amor
No semblante do pai trabalhador
Tem um riso sedento de carinho.

Mote: Marciano Medeiros

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Edmilton Torres – Pesqueira-PE

O meu pai trabalhava o dia inteiro
E voltava pra casa bem cansado
Ao chegar se sentava do meu lado
Com aquele sorriso costumeiro
Tinha o porte garboso de um guerreiro
E a ternura de um pássaro no ninho
Abraçava no colo o seu filhinho
Numa troca de afeto e muito amor
No semblante de um pai trabalhador
Tem um riso sedento de carinho.

Mote: Marciano Medeiros

Luiz Esperantivo

Luiz Esperantivo – Orobó-PE

Um pai que é amoroso e dedicado
Luta muito pro pão nunca faltar,
Segue firme, cuidando de seu lar,
Ensinando o caminho a ser trilhado;
Cada calo da mão mostra o legado,
Cada pedra que viu em seu caminho.
Muitas vezes se sente tão sozinho,
Busca forças e vence toda dor.
No semblante do pai trabalhador
Tem um riso sedento de carinho.

Mote: Armando Meeiros

Aurineide Alencar

Aurineide Alencar – Dourados-MS

Quando nasce é sempre aquela alegria
Chama compadres, vizinhos, parentes,
Tanta festa, “ganhação” de presentes!
Todos festejam é grande a magia
A noite toda até o raiar do dia
O pai pensa em lhe arranjar um cantinho
Para que na vida do seu “bichinho”
Possa ter um futuro promissor
No semblante do pai trabalhador
Tem um riso sedento de carinho.

Mote: Marciano Medeiros

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Luiz Gonzaga – Limoeiro do Norte-CE

Até quando um roceiro da mão grossa
No sopapo do cabo do machado
Tira o pão da família no roçado
Cedo acorda disposto vai pra roça
Quando volta a tardinha pra palhoça
Um garoto lhe espera no caminho
Ele dá gargalhada diz baixinho
Não me sinto caboclo sofredor
No semblante do pai trabalhador
Tem um riso sedento de carinho.

Mote: Marciano Medeiros

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Armando Medeiros – Princesa Isabel

Apesar desse herói ser tão valente
Incansável na luta tão pesada
Traça o pão com o gume da enxada,
Não reclama fadiga, nem sol quente
Mas no amor, esse herói é tão carente
Qual filhote de ave, inda no ninho
No silêncio da noite, agarra o pinho
E sozinho extravasa imensa dor,
No semblante do pai trabalhador
Tem um riso sedento de carinho.

Mote: Marciano Medeiros

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Rena Bezerra – São José de Princesa-PB

Tem missão de jamais deixar faltar
Pra família comida em sua mesa
Logo cedo labuta com dureza
Mas não vê nada para reclamar.
Já sol posto de volta pro seu lar
Se completa no seio do seu ninho
Cada filho pra ele um pedacinho
Dum momento tão lindo de amor,
No semblante do pai trabalhador
Tem um riso sedento de carinho.

Mote: Marciano Medeiros

Jerson Brito

Jerson Brito – Porto Velho-RO

Dedicado, labuta o dia inteiro
Para dar à família algum conforto.
Ao cumprir a jornada, chega morto
De cansaço porque foi um guerreiro.
Outra vez, finaliza seu roteiro
E procura aconchego em casa, o ninho:
Um abraço recebe do filhinho,
Vários beijos da musa, seu amor.
No semblante do pai trabalhador
Tem um riso sedento de carinho.

Mote: Marciano Medeiros

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Massilon Silva Aracaju-SE

Sem cansaço ele segue trabalhando,
Altaneiro a cabeça sempre erguida,
Satisfeito e feliz na sua lida,
O labor dá-lhe força, vai lutando.
Os percalços da vida enfrentando,
Sem temer, seja pedra seja espinho,
E na vida trilhando seu caminho,
Vai seguindo e labuta com amor,
No semblante do pai trabalhador
Tem um riso sedento de carinho.

Mote: Marciano Medeiros

Charles

Charles Brunno – Pão de Açúcar-AL

O seu corpo cansado, esmorecido,
Pelas marcas deixadas dessa vida,
Envolvido ao destino vence a lida,
O sinal no seu rosto é exibido,
O cabelo grisalho, embranquecido,
Toda cor desbotada no caminho,
Pois o tempo pintou ele todinho,
E o seu rosto é carente de um amor,
“No semblante de um pai trabalhador,
Tem um riso sedento de carinho”.

Mote: Marciano Medeiros

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Marciano Medeiros – Santo Antônio-RN

No jardim do destino um pai trabalha:
planta exemplos no jarro da decência,
nada exige de sua descendência;
e a frieza dos mesmos não espalha.
Ter respeito será grande medalha,
cada filho nas curvas do caminho;
beije em vida o cabelo bem branquinho
do seu velho e querido genitor,
No semblante do pai trabalhador
Tem um riso sedento de carinho.

Mote: Marciano Medeiros

Francisco Gabriel

Francisco Gabriel – Natal-RN

Sofre um pai na batalha pela lida,
na esperança de um dia colher flores.
Procurando adoçar seus dissabores,
pela força do amor, vence a subida.
Tem no peito o sabor da despedida,
qual canário distante do seu ninho.
Suplantando as barreiras do caminho,
volta tenso a procura de calor.
“No semblante do pai trabalhador
tem um riso sedento de carinho”.

Mote: Marciano Medeiros

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