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    Armando Medeiros Princesa Isabel-PB

    Tu que vives tristonho, acabrunhado
    A saudade causando contratempo
    Peraí, meu irmão, dê tempo ao tempo
    Que com o tempo verás o resultado,
    Eu confesso que quase fui tragado
    Pelo remanso da saudade exagerada,
    Mas saudade é datada e setorizada
    Se venceu a validade, ela inspirou
    A moenda do tempo triturou
    A saudade que estava impregnada.

    Mote: Silvano Lyra

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    Edmilton Torres – Pesqueira-PE

    Cada canto da casa que eu olhava
    Via algo a lembrar sua partida
    Pois mostrava a história de uma vida
    Reabrindo uma chaga que sangrava
    Ao perder um alguém que tanto amava
    Minha vida ficou despedaçada
    Minha fé no Meu Deus foi abalada
    Mesmo assim ele não me abandonou
    A moenda do tempo triturou
    A saudade que estava impregnada.

    Mote: Silvano Lyra

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    Luiz Gonzaga Limoeiro do Norte-CE

    Num momento saudoso do passado
    Me tornei a mais frágil criatura,
    Fiz do peito um refúgio de amargura
    Pra guardar meu desejo acalentado.
    A mulher por quem fui apaixonado
    Não quiz ser minha eterna namorada,
    Posso agora dizer de alma lavada
    A vontade que eu tinha já passou,
    A moenda do tempo triturou
    A saudade que estava impregnada.

    Mote: Silvano Lyra

  • pp

    Iranildo Marques – Serra Talhada-PE

    Não me venha pedir o meu perdão
    O amor que’ra seu, se foi, partiu
    Num estalo de sonho ele sumiu
    Quando viu tu ferir meu coração
    Como um sonho, buscaste uma ilusão
    Eu fiquei te esperando na estrada
    Mas o tempo passou sem dizer nada
    Apagando da mente o que restou
    A moenda do tempo triturou
    A saudade que estava impregnada.

    Mote: Silvano Lyra

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    Teresa Machado Apodi-RN

    Como flor machucada no Jardim
    Esmagado já vi meu sentimento
    O que trouxe só dor e sofrimento
    Um espinho que a vida pôs em mim
    Resolvi decretar logo o seu fim
    Da paixão que senti não restou nada
    Foi com tiro certeiro eliminada
    A lembrança o presente aniquilou
    A moenda do tempo triturou
    A saudade que estava impregnada.

    Mote: Silvano Lyra

  • Otacílio Pires

    Otacílio Pires – Recife-PE

    Ampulheta de Kronos, Implacável,
    Determina todo tempo do viver
    E esse tempo impossível recorrer
    Deixando-nos cada vez mais vulnerável.
    A tristeza torna-se inevitável
    Quando se perde a pessoa amada
    Mas, com o tempo, a dor é abrandada
    A cicatriz o amor reverberou.
    “A moenda do tempo triturou
    A saudade que estava impregnada.”

    Mote: Silvano Lyra

  • Jerson Brito

    Jerson Brito – Porto Velho-RO

    Precisei me ferir nessa ilusão,
    Mergulhar de cabeça em agonias,
    Permitir as lembranças nos meus dias
    Torturando demais o coração.
    Finalmente enxerguei, na solidão,
    Uma escolha mal feita, equivocada.
    Hoje sou criatura libertada
    Pela dura verdade que restou.
    A moenda do tempo triturou
    A saudade que estava impregnada.

    Mote: Silvano Lyra

  • Bandeira

    Bandeira Júnior – Fortaleza-CE

    Foi o tempo,pra mim,melhor parceiro,
    Ansioso,os segundos eu contava,
    Triturou a saudade que estava
    triturando meu peito por inteiro.
    Eu que fui pacientemente ordeiro,
    Aguardei o momento da chegada,
    A distância era tudo mas do nada
    Numa noite de amor se transformou…
    A moenda do tempo triturou
    A saudade que estava impregnada.

    Mote: Silvano Lyra

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    Rena Bezerra – São José de Princesa-PB

    Desde quando ela foi daqui embora
    A saudade no engenho começou
    A moer o restinho que ficou
    Dum passado que vem a toda hora.
    Eu fiquei lamentando, mas agora
    Vou fazer da lembrança uma queimada
    Cachear com amor outra fornada
    E dizer bem feliz pra quem passou,
    A moenda do tempo triturou
    A saudade que estava impregnada.

    Mote: Silvano Lyra

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    Massilon Silva Aracaju-SE

    O pretérito estive revirando
    No baú das histórias tão contadas
    Descobri que são horas já passadas
    Que o relógio do tempo foi marcando
    Na verdade o presente foi deixando
    A lembrança entre escombros soterrada
    E na estrada do tempo empoeirada
    Foi ficando pra trás nada sobrou
    A moenda do tempo triturou
    A saudade que estava impregnada.

    Mote: Silvano Lyra

  • Silvano

    Silvano Lyra – Olinda-PE

    Nosso amor lembra mais um velho engenho
    Corroído sem ter manutenção
    Engrenagem que mói sem coração
    Esbagaça esperança quando eu tenho
    Resta um pouco do mel que hoje desdenho
    Sem valor, serventia é quase nada!
    Pena ou dó virou pó nessa empreitada
    Pois cremei a fuligem que sobrou
    A moenda do tempo triturou
    A saudade que estava impregnada.

    Mote: Silvano Lyra

  • Melchior Machado

    Melchior Sezefredo Machado – João Pessoa-PB

    Nosso amor teve um tempo de bonança,
    E ao deixá-la me enchia de saudade…
    Como tudo que traz felicidade
    É motivo pra alma de festança,
    Eu guardava os seus beijos na lembrança.
    Mas depois nossa sorte foi quebrada
    E ao você me trocar por quase nada
    Cada arquivo o meu peito deletou…
    A moenda do tempo triturou
    A saudade que estava impregnada.

    Mote: Silvano Lyra

  • Charles

    Charles Brunno Pão de Açúcar-AL

    A partida em corrente me prendeu,
    Fez prisão do meu peito uma saudade,
    Coração perdeu toda liberdade,
    Pois o dela levou chave do meu,
    Mas o tempo passou e devolveu,
    Outra chave pra abrir porta fechada,
    Me trazendo uma nova namorada,
    A prisão o passado espatifou,
    “A moenda do tempo triturou,
    A saudade que estava impregnada”.

    Mote: Silvano Lyra

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    Charles Sant’Ana Pão de Açúcar-AL

    O cupido flechou-me com fervura,
    Seu amor me deixou alucinado,
    Não durou pra deixar-me abandonado,
    Abandono gerou maior loucura,
    Como um louco eu segui outra aventura,
    Me dei bem a paixão foi deletada,
    Sentimento de dor não dói mais nada,
    O remédio do tempo me curou,
    “A moenda do tempo triturou,
    A saudade que estava impregnada.”

    Mote: Silvano Lyra

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    El Gorrión Itatuba-PB

    A saudade moldou meu pensamento
    E eu paguei alto preço amargurado
    Vi meu peito sofrer dilacerado
    E meu rosto verter triste lamento
    Pois a falta do amor trás sofrimento
    E esta dor que massacra é tão malvada
    Escolheu o coração pra ser colada
    Foi o tempo responsável quem colou
    A moeda do tempo triturou
    A saudade que estava impregnada.

    Mote: Silvano Lyra

  • Francisco Gabriel

    Francisco Gabriel Natal-RN

    Entre as mágoas, refiz os meus caminhos,
    refleti sobre as dores dos meus sonhos,
    meditei nos momentos mais tristonhos,
    recompus minha vida entre os espinhos.
    Procurei o aconchego doutros ninhos…
    despertei duma eterna madrugada.
    Noutros braços busquei por nova estrada,
    novamente outro sol me deslumbrou.
    “A moenda do tempo triturou
    a saudade que estava impregnada”.

    Mote: Silvano Lyra

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    Marciano Medeiros – Santo Antônio-RN

    Nas lembranças do tempo de menino
    vejo as rosas sutis das primaveras:
    meu casebre um reduto de quimeras,
    construído num sítio pequenino.
    Larguei tudo e busquei novo destino,
    sofri muito ao voltar nessa morada,
    quando olhei minha casa abandonada,
    vi um filme mental que me marcou;
    A moenda do tempo triturou
    A saudade que estava impregnada.

    Mote: Silvano Lyra

  • Edilene Soares Cordelista

    Edilene Soares Cordelista – Garanhuns-PE

    Por querer à minha alma sequestrar,
    Invadiu e tomou conta de mim,
    Eu procuro com jeito ver seu fim,
    Essa banda eu não sei como orquestrar,
    Faz de tudo querendo me afinar,
    Desafino ao tocar sem sentir nada,
    Esse som no meu peito faz zoada,
    A lembrança do passado carregou,
    “A moenda do tempo triturou
    A saudade que estava impregnada.”

    Mote: Silvano Lyra

  • Francisco

    Francisco Maia – Caicó-RN

    Só o tempo talvez possa rever
    As saudades cruéis que me devoram
    As lembranças infindas, que em mim moram
    E os dilemas que eu tento resolver
    Vou pedir para o tempo devolver
    Uma a uma, lembrança sequestrada
    Pois a vida sem ser autorizada
    Todas minhas lembranças confiscou
    A moenda do tempo triturou
    A saudade que estava impregnada.

    Mote: Silvano Lyra

  • Amauri

    Amauri Sales – Camalaú-PB

    Com saudade eu vivia lamentando
    Só depois com coragem e paciência
    Fiz de tudo uma resiliência
    E fui assim da saudade me livrando
    Hoje em dia no peito estou guardando
    Com aspecto de peça reciclada
    A saudade em lembrança transformada
    Que o engenho dos anos transformou
    A moenda do tempo triturou
    A saudade que estava impregnada.

    Mote: Silvano Lyra

  • O Clube da Poesia Nordestina parabeniza a POETISA DO MÊS de Julho: Teresa Machado

    Teresa Machado poetisa

     

     

     

    Na terceira homenagem do Clube da Poesia Nordestina aos nossos poetas neste ano, TERESA MACHADO foi escolhida como POETISA DO MÊS. 20 poetas enviaram as notas de 5,00 a 10,0 pontos.

    A classificação ocorreu da seguinte maneira:

    Os poetas votam nas cinco melhores glosas e enviam as notas, de 5 a 10, para o e-mail do Clube da Poesia Nordestina: clubedapoesianordestina@hotmail.com, daí as notas de todos os poetas foram somadas.

    Confira abaixo o ranking dos 10 melhores poetas do mês de julho.

    1º Teresa Machado = 94,13 votos

    2º Francisco Gabriel = 91,4 votos

    3º Silvano Lyra = 86,8 votos

    4º Marciano Medeiros = 81,7 votos

    5º Charles Brunno = 72,3 votos

    6º Charle Sant’Ana = 65,4 votos

    7º Massilon Silva = 65,16 votos

    8º Edilene Soares = 47,5 votos

    9º Francisco Maia = 37,6 votos

    10º Rena Bezerra = 36,4 votos

  • O Clube da Poesia Nordestina parabeniza o Poeta Plácido Amaral pelo seu aniversário

    Plácido Amaral

  • O Clube da Poesia Nordestina parabeniza o Poeta Toinho de Triunfo pelo seu aniversário

    Toinho

  • O Clube da Poesia Nordestina parabeniza o Poeta Edmilton Torres pelo seu aniversário

    Poeta

  • O Clube da Poesia Nordestina parabeniza O POETA DO MÊS de JUNHO com mais curtidas no Facebook: Rena Bezerra

     

     

     

     

    Na segunda homenagem do Clube da Poesia Nordestina aos nossos poetas neste ano, RENA BEZERRA, foi o vencedor nas redes sociais com mais curtidas no Facebook.

    Confira abaixo o ranking dos 10 melhores poetas com mais curtidas no Facebook.

     

    1º Rena Bezerra = 211 curtidas

    2º El Gorrión = 54 curtidas

    3º Otacílio Pires = 30 curtias

    4º Aurineide Alencar = 29 curtidas

    5º Teresa Machado = 26 curtidas

    6º João Nunes = 11 curtidas

    7º Mauricelio Silva = 10 curtidas

    8º Heliodoro Morais = 9 curtidas

    9º Mônica Freitas = 8 curtidas

    10º Edmilton Torres = 4 curtidas

  • Dulce Esteves

    Duducha – Recife-PE

    Quando a lua clareia no terreiro
    Todo mundo sentado lá na frente
    A viola puxando um som dolente
    Vai juntando também um sanfoneiro
    No batente deitado um perdigueiro
    A coruja a piar na  cumeeira
    O café bem quentinho na chaleira
    Minha mãe preparando a refeição
    Quem conhece os costumes do sertão
    Se recorda de tudo a vida inteira.

    Mote: João Paraibano

  • Associada: Edilene Soares Cordelista

    Edilene Soares Cordelista

    Edilene Soares Cordelista – Garanhuns-PE

    Contato:  (87) 9.8843-4764

  • Associado: Francisco Gabriel

    Francisco Gabriel

    Francisco Gabriel – Natal-RN

  • Edilene Soares Cordelista

    Edilene Soares Cordelista – Garanhuns-PE

    Foi na casa de taipa o nascimento
    Meu remédio foi plantas naturais
    E tive ensinamento dos meus pais
    No roçado eu pratico um ensinamento
    Trago um feixe de lenha no jumento,
    Numa brenha no mato eu fiz fogueira
    E no rancho eu descanso numa esteira
    O meu terno de couro é o gibão
    “Quem conhece os costumes do sertão
    Se recorda de tudo a vida inteira”.

    Mote: João Paraibano

  • pp

    Iranildo Marques – Serra Talhada-PE

    Uma casa de alpendre, uma latada
    no chiqueiro, cabrita vai berrando
    no terreiro galinha vai ciscando
    vai passando um jumento na estrada
    uma imagem dum santo na entrada
    oratório de fé, de rezadeira
    um moinho de pé e uma peneira
    onde o milho moído vira pão
    QUEM CONHECE OS COSTUMES DO SERTÃO
    SE RECORDA DE TUDO A VIDA INTEIRA.

    Mote: João Paraibano

  • Júnior Monteiro

    Júnior Monteiro – Caraúbas-RN

    Se algum dia eu mudar pra capital
    Levarei cem por cento das lembranças,
    Eu pequeno brincando entre as crianças
    E papai trabalhando num curral,
    Meu irmão construindo um garajau
    Pra botar ao redor da laranjeira,
    E mamãe arrumando uma copeira
    Na casinha de taipa só dum vão,
    Quem conhece os costumes do sertão
    Se recorda de tudo a vida inteira.

    Mote: João Paraibano

  • Amauri

    Amauri Sales – Camalaú-PB

    É normal ver vaqueiro tanger gado
    Aboiando montado num cavalo
    Acordar quando ouvir a voz do galo
    Colocar o boi manso no arado
    A matuta do barro do roçado
    Fazer pote panela e cuscuseira
    Festejar com forró e com fogueira
    Santo Antônio São Pedro e São João
    Quem conhece os costumes do sertão
    Se recorda de tudo a vida inteira.

    Mote: João Paraibano

  • Edmilton Torres

    Edmilton Torres – Pesqueira-PE

    Acordar de manhã com a passarada
    Botar milho pras aves no terreiro
    Ir buscar água limpa no barreiro
    Desjejum com um prato de coalhada
    Prosear numa noite enluarada
    Assar milho nas brasas da fogueira
    Escutar cantador no “mei” da feira
    Café forte moído no pilão
    Quem conhece os costumes do Sertão
    Se recorda de tudo a vida inteira.

    Mote: João Paraibano

  • Neci

    Neci Almeida – Itapetim-PE

    A sanfona a zabumba e o pandeiro
    Instrumentos que toca um pé de serra
    Tradição que orgulha a minha terra
    Na palhoça bem no centro do terreiro
    Tem pedido pro santo casamenteiro
    De moça que se encontra solteira
    Tem rapaz procurando uma parceira
    Prum xamego na noite de São João
    Quem conhece os costumes do sertão
    Se recorda de tudo a vida inteira.

    Mote: João Paraibano

  • Otacílio Pires

    Otacílio Pires – Recife-PE

    Quando chove no dia de São José,
    O feijão e o milho é garantido.
    O xaxado o dançar é divertido,
    E a cova é fechada com o pé
    Ascende-se uma vela, pela fé,
    A São José cuja fé é verdadeira.
    A alegria, pra valer, é de primeira,
    A esperar pelo dia de são João.
    “Quem conhece os costumes do sertão
    Se recorda de tudo a vida inteira”.

    Mote: João Paraibano

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