• O Clube da Poesia Nordestina parabeniza a POETISA DO MÊS de Julho: Teresa Machado

    Teresa Machado poetisa

     

     

     

    Na terceira homenagem do Clube da Poesia Nordestina aos nossos poetas neste ano, TERESA MACHADO foi escolhida como POETISA DO MÊS. 20 poetas enviaram as notas de 5,00 a 10,0 pontos.

    A classificação ocorreu da seguinte maneira:

    Os poetas votam nas cinco melhores glosas e enviam as notas, de 5 a 10, para o e-mail do Clube da Poesia Nordestina: clubedapoesianordestina@hotmail.com, daí as notas de todos os poetas foram somadas.

    Confira abaixo o ranking dos 10 melhores poetas do mês de julho.

    1º Teresa Machado = 94,13 votos

    2º Francisco Gabriel = 91,4 votos

    3º Silvano Lyra = 86,8 votos

    4º Marciano Medeiros = 81,7 votos

    5º Charles Brunno = 72,3 votos

    6º Charle Sant’Ana = 65,4 votos

    7º Massilon Silva = 65,16 votos

    8º Edilene Soares = 47,5 votos

    9º Francisco Maia = 37,6 votos

    10º Rena Bezerra = 36,4 votos

  • O Clube da Poesia Nordestina parabeniza o Poeta Plácido Amaral pelo seu aniversário

    Plácido Amaral

  • O Clube da Poesia Nordestina parabeniza o Poeta Toinho de Triunfo pelo seu aniversário

    Toinho

  • O Clube da Poesia Nordestina parabeniza o Poeta Edmilton Torres pelo seu aniversário

    Poeta

  • O Clube da Poesia Nordestina parabeniza O POETA DO MÊS de JUNHO com mais curtidas no Facebook: Rena Bezerra

     

     

     

     

    Na segunda homenagem do Clube da Poesia Nordestina aos nossos poetas neste ano, RENA BEZERRA, foi o vencedor nas redes sociais com mais curtidas no Facebook.

    Confira abaixo o ranking dos 10 melhores poetas com mais curtidas no Facebook.

     

    1º Rena Bezerra = 211 curtidas

    2º El Gorrión = 54 curtidas

    3º Otacílio Pires = 30 curtias

    4º Aurineide Alencar = 29 curtidas

    5º Teresa Machado = 26 curtidas

    6º João Nunes = 11 curtidas

    7º Mauricelio Silva = 10 curtidas

    8º Heliodoro Morais = 9 curtidas

    9º Mônica Freitas = 8 curtidas

    10º Edmilton Torres = 4 curtidas

  • Dulce Esteves

    Duducha – Recife-PE

    Quando a lua clareia no terreiro
    Todo mundo sentado lá na frente
    A viola puxando um som dolente
    Vai juntando também um sanfoneiro
    No batente deitado um perdigueiro
    A coruja a piar na  cumeeira
    O café bem quentinho na chaleira
    Minha mãe preparando a refeição
    Quem conhece os costumes do sertão
    Se recorda de tudo a vida inteira.

    Mote: João Paraibano

  • Associada: Edilene Soares Cordelista

    Edilene Soares Cordelista

    Edilene Soares Cordelista – Garanhuns-PE

    Contato:  (87) 9.8843-4764

  • Associado: Francisco Gabriel

    Francisco Gabriel

    Francisco Gabriel – Natal-RN

  • Edilene Soares Cordelista

    Edilene Soares Cordelista – Garanhuns-PE

    Foi na casa de taipa o nascimento
    Meu remédio foi plantas naturais
    E tive ensinamento dos meus pais
    No roçado eu pratico um ensinamento
    Trago um feixe de lenha no jumento,
    Numa brenha no mato eu fiz fogueira
    E no rancho eu descanso numa esteira
    O meu terno de couro é o gibão
    “Quem conhece os costumes do sertão
    Se recorda de tudo a vida inteira”.

    Mote: João Paraibano

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    Iranildo Marques – Serra Talhada-PE

    Uma casa de alpendre, uma latada
    no chiqueiro, cabrita vai berrando
    no terreiro galinha vai ciscando
    vai passando um jumento na estrada
    uma imagem dum santo na entrada
    oratório de fé, de rezadeira
    um moinho de pé e uma peneira
    onde o milho moído vira pão
    QUEM CONHECE OS COSTUMES DO SERTÃO
    SE RECORDA DE TUDO A VIDA INTEIRA.

    Mote: João Paraibano

  • Júnior Monteiro

    Júnior Monteiro – Caraúbas-RN

    Se algum dia eu mudar pra capital
    Levarei cem por cento das lembranças,
    Eu pequeno brincando entre as crianças
    E papai trabalhando num curral,
    Meu irmão construindo um garajau
    Pra botar ao redor da laranjeira,
    E mamãe arrumando uma copeira
    Na casinha de taipa só dum vão,
    Quem conhece os costumes do sertão
    Se recorda de tudo a vida inteira.

    Mote: João Paraibano

  • Amauri

    Amauri Sales – Camalaú-PB

    É normal ver vaqueiro tanger gado
    Aboiando montado num cavalo
    Acordar quando ouvir a voz do galo
    Colocar o boi manso no arado
    A matuta do barro do roçado
    Fazer pote panela e cuscuseira
    Festejar com forró e com fogueira
    Santo Antônio São Pedro e São João
    Quem conhece os costumes do sertão
    Se recorda de tudo a vida inteira.

    Mote: João Paraibano

  • Edmilton Torres

    Edmilton Torres – Pesqueira-PE

    Acordar de manhã com a passarada
    Botar milho pras aves no terreiro
    Ir buscar água limpa no barreiro
    Desjejum com um prato de coalhada
    Prosear numa noite enluarada
    Assar milho nas brasas da fogueira
    Escutar cantador no “mei” da feira
    Café forte moído no pilão
    Quem conhece os costumes do Sertão
    Se recorda de tudo a vida inteira.

    Mote: João Paraibano

  • Neci

    Neci Almeida – Itapetim-PE

    A sanfona a zabumba e o pandeiro
    Instrumentos que toca um pé de serra
    Tradição que orgulha a minha terra
    Na palhoça bem no centro do terreiro
    Tem pedido pro santo casamenteiro
    De moça que se encontra solteira
    Tem rapaz procurando uma parceira
    Prum xamego na noite de São João
    Quem conhece os costumes do sertão
    Se recorda de tudo a vida inteira.

    Mote: João Paraibano

  • Otacílio Pires

    Otacílio Pires – Recife-PE

    Quando chove no dia de São José,
    O feijão e o milho é garantido.
    O xaxado o dançar é divertido,
    E a cova é fechada com o pé
    Ascende-se uma vela, pela fé,
    A São José cuja fé é verdadeira.
    A alegria, pra valer, é de primeira,
    A esperar pelo dia de são João.
    “Quem conhece os costumes do sertão
    Se recorda de tudo a vida inteira”.

    Mote: João Paraibano

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    Armando Medeiros – Princesa Isabel-PB

    O vaqueiro se adentrando na mata
    o boiato fujão e mandingueiro
    o namoro na luz do candeeiro
    o boêmio fazendo serenata
    o andar fascinante da mulata,
    o ébrio pedindo a derradeira
    o poeta de frente da fogueira
    faz um verso e dá viva a são João
    quem conhece os costumes do sertão
    se recorda de tudo a vida inteira.

    Mote: João Paraibano

  • Francisco

    Francisco Maia – Caicó-RN

    Numa casa modesta, inacabada
    Convivi com costumes do passado
    Vi na vaca um chucalho pendurado
    Informando o restante da boiada
    Uma rede estendida na latada
    Um galão pendurado na porteira
    E com folhas curava-se bicheira
    Que surgisse na pata do alazão
    QUEM CONHECE OS COSTUMES DO SERTÃO
    SE RECORDA DE TUDO A VIDA INTEIRA.

    Mote: João Paraibano

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    Teresa Machado – Apodi-RN

    Observo as belezas do nordeste
    Seus costumes e suas tradições
    Suas crenças, também aparições
    Nessas festas de gado que se investe
    Nas cidades, nos campos e no agreste
    A mulher é valente e forrozeira
    A quadrilha ou a dança da rancheira
    Os encantos da lua na amplidão
    Quem conhece os costumes do sertão
    Se recorda de tudo a vida inteira.

    Mote: João Paraibano

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    Mauricelio Silva – Camalaú-PB

    No sertão tem valente agricultor
    Que trabalha com fé no seu roçado
    Tem vaqueiro lutando com o gado
    Tem matuto,  poeta e cantador
    Tem rezando com fé e com amor
    Com um galho de mato a benzedeira
    Tem cantigas em volta da fogueira
    Quando chega nas festas de São João
    Quem conhece os costumes do sertão
    Se recorda de tudo a vida inteira.

    Mote: João Paraibano

  • Maria Farias

    Maria Farias – Santa Terezinha-PE

    Quem aqui nos visita sai feliz,
    Aprecia o forró e o bom repente,
    O xaxado, as piadas, o aguardente,
    Vai ganhando uma nova diretriz;
    Vê criança rezando na matriz,
    A seresta que traz a roedeira;
    Vê Dedé declamando fim de feira,
    Vaquejada e bonita procissão
    Quem conhece os costumes do sertão
    Se recorda de tudo a vida inteira.

    Mote: João Paraibano

  • João

    João Nunes -Sítio Serrote Preto/PB

    As imagens que trago na lembrança
    Formatadas nos tempos de menino
    São histórias reais de um campesino
    Celebrando um Sertão de esperança
    Suas cores, sotaque e bela dança
    Tem pião, cabra-cega e baladeira
    O seu hino é “olê mulher rendeira”
    Seu herói: Virgulino o Lampião
    Quem conhece os costumes do Sertão
    Se recorda de tudo a vida inteira.

    Mote: João Paraibano

  • Luiz Esperantivo

    Luiz Esperantivo – Orobó-PE

    Eu relembro mamãe torrando milho
    Em um caco no fogo feito a lenha
    E o vaqueiro feliz, fazendo ordenha;
    Lembro a cabra que cuida do seu filho
    E vovó que a tardinha fez cequilho,
    Da lavoura cuidou e foi rendeira,
    Eu recordo Maria a rezadeira,
    Todo o verde que tem a plantação.
    Quem conhece os costumes do sertão
    Se recorda de tudo a vida inteira.

    Mote: João Paraibano

  • Francisco Gabriel

    Francisco Gabriel – Natal-RN

    Despertar ao romper da madrugada,
    com um galo exaltando um novo dia.
    Ordenhar uma vaca que deu cria,
    embalado no som da passarada.
    Se fartar sobre um prato de coalhada,
    e depois se embrenhar na capoeira,
    procurando uma vaca bandoleira,
    que se encontra perdida no brejão.
    “Quem conhece os costumes do sertão,
    se recorda de tudo a vida inteira”.

    Mote : João Paraibano

  • Aurineide Alencar

    Aurineide Alencar – Dourados-MS

    A comida é tão boa e diferente
    O tempero com cheiro especial,
    A cultura de lá não tem igual
    Na alegria que tem aquela gente
    Que supera a de todo continente
    Humildade que a torna tão faceira
    No semblante de alguma rezadeira
    Procurando ajudar o seu irmão
    Quem conhece os costumes do Sertão
    Se recorda de tudo a vida inteira.

    Mote: João Paraibano

  • Charles

     Charles Brunno – Pão de Açúcar-AL

    No sertão onde vivo no momento,
    Destoquei, rocei mato e fiz coivara,
    Fiz a cerca de arame, grampo e vara,
    Transportei o que pude no jumento,
    Caçuá transportando o alimento,
    A mulher dando a luz pela parteira,
    A consulta com ramo e rezadeira,
    No quintal a gamela e o pilão,
    “Quem conhece os costumes do sertão,
    Se recorda de tudo a vida inteira”.

    Mote: João Paraibano

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    Charles Sant’Ana Pão de Açúcar-AL

    No sertão eu me acordo muito cedo,
    Vou cumprir meu trabalho no roçado,
    Tirar leite e cortar palma pra o gado,
    Pastorar cabra e bode no rochedo,
    Vou vivendo e seguindo todo enredo,
    Minha esposa é melhor mulher rendeira,
    Já mamãe tradição de rezadeira,
    No meu sangue circula a tradição,
    “Quem conhece os costumes do sertão,
    Se recorda de tudo a vida inteira”.

    Mote: João Paraibano

  • Mônica

    Mônica Freitas – Apodi-RN

    Dos amores que vivi na mocidade
    Namorando sentado no batente
    Com a luz da lamparina na frente
    Eu me lembro de toda felicidade
    Quando íamos novena na Cidade.
    Mês de junho era tempo de fogueira,
    De quadrilha com moça dançadeira
    De alegria, explodia o coração.
    Quem conhece os costumes do sertão
    Se recorda de tudo a vida inteira.

    Mote: João Paraibano

  • pp

    Luiz Gonzaga – Limoeiro do Norte-CE

    Aguardando o início da invernada
    Eu olhava papai queimando broca,
    Vi mamãe preparando tapioca
    Na quentura do caco bem assada
    Minha vó com semblante de cansada
    Desfrutando o balanço da cadeira
    Segurava no colo uma peneira
    Separando as escolhas do feijão
    Quem conhece os costumes do sertão
    Se recorda de tudo a vida inteira.

    Mote: João Paraibano

  • Adilson

    Adilson Costa – São Lourenço da Mata-PE

    Uma rede estendida na varanda,
    Um cachorro ancião de sentinela,
    O ranger matutino da cancela
    E o luar dando adeus, logo se manda,
    O vaqueiro tristonho põe de banda
    Seu chapéu quando desce a ribanceira
    Um retrato guardado na carteira
    E a medalha do frade Damião,
    QUEM CONHECE OS COSTUMES DO SERTÃO
    SE RECORDA DE TUDO A VIDA INTEIRA.

    Mote: João Paraibano

  • HELIODORO

    Heliodoro Morais – Caicó-RN

    Você sai do sertão, mas ele fica
    Você fica distante e ele vai
    Porque entra no peito de quem sai
    E o seu modo de ser não modifica
    A raiz da cultura ramifica
    Que nem erva daninha em capoeira
    No cercado sem trinca e sem porteira
    Dos valores da nossa tradição
    Quem conhece os costumes do sertão
    Se recorda de tudo a vida inteira.

    Mote: João Paraibano

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    El Gorrión – Itatuba-PB

    O sertão mantém firme seu costume
    No bailar inspirado da ciranda.
    O forró e o repente têm demanda
    E a festança junina mais volume.
    Sertanejo com garra logo assume
    Que no peito reluz uma fogueira,
    As lembranças que flecha esta bandeira
    Faz brilhar no estalar do foguetão.
    Quem conhece os costumes do sertão
    Se recorda de tudo a vida inteira.

    Mote: João Paraibano

  • Marciano

    Marciano Medeiros – Santo Antônio-RN

    Não esqueço o semblante do vaqueiro
    a tanger no cavalo uma boiada,
    vejo o brilho do sol numa alvorada,
    ouço um galo cantar no meu terreiro.
    Me recordo do céu com aguaceiro,
    lembro a queda da chuva na biqueira,
    sinto o gosto do chá de laranjeira
    preparado num velho caldeirão;
    Quem conhece os costumes do sertão
    Se recorda de tudo a vida inteira.

    Mote: João Paraibano

  • João Bosco

    João Bosco – Poção-PE

    Quem aqui não brincou de tô no poço?
    Pra ganhar um beijinho na bochecha
    E de esconde-esconde e não se mecha
    Com pião eu brinquei sem alvoroço,
    Eu pequeno e franzino, couro e osso,
    Mas feliz com aquela brincadeira
    No São João assar milho na fogueira
    E dançar o forró de Gonzagão,
    Quem conhece os costumes do Sertão
    Se recorda de tudo a vida inteira.

    Mote: João Paraibano

  • Silvano

    Silvano Lyra – Olinda-PE

    No sertão sobressai o sensitivo
    Vibrações interliga-se no tato
    Na visão, cor e luz  registra o fato!
    Paladar, culinária dá seu crivo!
    Já olfato conecta ao inclusivo
    Audição leva o corpo a brincadeira
    Conservei tradição dessa maneira
    Que amnesia não tem vez nesse chão
    *QUEM CONHECE OS COSTUMES DO SERTÃO*
    *SE RECORDA DE TUDO A VIDA INTEIRA*.

    Mote: João Paraibano

  • Bandeira

    Bandeira Junior Fortaleza-CE

    O reflexo do sol no Juazeiro,
    Mostra a pose do Galo de Campina,
    Com galões sobre os ombros, como sina,
    O campônio traz água do Barreiro,
    O aboio estridente do vaqueiro,
    Chega treme a cancela da cocheira,
    E na sombra de uma Gameleira
    Ele para e descansa o coração….
    *QUEM CONHECE OS COSTUMES DO SERTÃO*
    *SE RECORDA DE TUDO A VIDA INTEIRA*.

    Mote: João Paraibano

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