Cadeira 28: AURINEIDE ALENCAR

Aurineide Alencar

 

Membro da Academia Literária
Padrinho: Jxxxx

 

 

Aurineide Alencar é uma incentivadora da cultura popular nordestina, pesquisadora da literatura de cordel e idealizadora da Cordelteca Itinerante Cantinho do Cordel. Seu trabalho é dedicado à preservação, valorização e divulgação das tradições culturais do Nordeste brasileiro, especialmente por meio da literatura de cordel, da poesia popular e da memória dos grandes mestres da cultura nordestina.

Movida pelo amor às raízes nordestinas, Aurineide transformou sua paixão pelo cordel em uma missão cultural. Por meio da Cordelteca Itinerante Cantinho do Cordel, leva livros, folhetos, histórias e conhecimentos a diferentes públicos, aproximando crianças, jovens e adultos do universo da literatura popular.

Seu projeto atua como espaço de incentivo à leitura, preservação da memória cultural e valorização dos cordelistas, contribuindo para que essa importante manifestação artística continue viva e acessível às novas gerações.

Através de exposições, mostras, apresentações e ações educativas, Aurineide contribui para fortalecer a identidade cultural nordestina e ampliar o reconhecimento da literatura de cordel como patrimônio cultural brasileiro.

 

Patrona

Maria das Neves Baptista Pimentel

(1913–1994)

 

Maria das Neves Baptista Pimentel, nasceu em João Pessoa, Paraíba, em 2 de agosto de 1913. Filha do poeta e editor Francisco das Chagas Baptista, cresceu em contato direto com a literatura popular e o cordel.

Em uma época em que as mulheres enfrentavam preconceito para publicar suas obras, utilizou o pseudônimo ‘Altino Alagoano’ para divulgar seus folhetos.

Em 1938 publicou ‘O Violino do Diabo ou o Valor da Honestidade’, sendo reconhecida como a primeira mulher a publicar folhetos de literatura de cordel no Brasil.

Sua atuação abriu caminho para gerações de mulheres cordelistas e consolidou seu nome como pioneira do cordel feminino brasileiro.

Faleceu em 15 de outubro de 1994, deixando um importante legado para a cultura popular nordestina.

 

Linha do Tempo

1913 – Nasceu em João Pessoa (PB).

Década de 1930 – Inicia sua produção literária em cordel.

1938 – Publica ‘O Violino do Diabo ou o Valor da Honestidade’.

Reconhecimento posterior – Passa a ser considerada a pioneira do cordel feminino brasileiro.

1994 – Falece, deixando um legado marcante para a literatura popular.

Um comentário em “Cadeira 28: AURINEIDE ALENCAR”

  • Troya D'souza disse:

    É com muita alegria e satisfação, que academia recebe a noticía do seu engajamento. Isso nos traz grande otimismo em podermos contar com os prestimos de quem tanto se devota a nossa cultura. Seja bem vinda e parabéns.
    Atenciosamente: do amigo e poeta, Troya D’souza!

    Reply

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