Emília Alves

Membro da Academia Literária
Padrinho:
Emília Alves de Sousa, é natural de Floriano (PI). Graduada em Serviço Social e especialista em Educação: Docência do Ensino Superior, atuou como assistente social e professora, encontrando-se atualmente aposentada. É poeta, cordelista e editora da Rede HumanizaSUS. Integra a Cordelaria da Chapada do Corisco (COCHACOR) e a Associação de Jornalistas e Escritores do Brasil (AJEB) – Seção Piauí. É autora dos livros: Além das Fronteiras, Realizando Sonhos, e Poesias de uma Vida. Também é autora dos cordéis: Padre Pedro Balzi, Construtor de Amor; A Biblioteca Escolar: Complemento do Ensino-Aprendizagem; A Menina e o Jabuti; A Revolução dos Bichos em Cordel (adaptação da obra de George Orwell); Aladim e a Lâmpada Mágica em Versos de Cordel; As Aventuras de Dino e Simão; Acolhimento no Cuidado em Saúde; Quem não tem Cão, Caça Feliz com seu Gato, e Provérbios em Cordel.
Patrono
Alberto de Oliveira
Alberto de Oliveira, nome literário de Antônio Mariano Alberto de Oliveira, nasceu em 28 de abril de 1857, em Saquarema. Iniciou seus estudos na escola pública de sua cidade natal e, posteriormente, prosseguiu a formação em Niterói. Mais tarde, ingressou no curso de Farmácia e também estudou Medicina, embora não tenha concluído esta última graduação. Além da carreira literária, exerceu cargos públicos ligados ao ensino e à administração estadual.
Em 1878, publicou sua primeira obra, Canções Românticas, livro ainda marcado pela influência do Romantismo. Pouco depois, tornou-se um dos principais representantes do Parnasianismo no Brasil, ao lado de Olavo Bilac e Raimundo Correia, formando a célebre “tríade parnasiana”. Sua poesia destacou-se pelo rigor formal, pela musicalidade e pela valorização da perfeição estética, características marcantes do movimento parnasiano.
Alberto de Oliveira foi também um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras, ocupando a cadeira nº 8, cujo patrono é Cláudio Manuel da Costa. Em 1924, após a morte de Olavo Bilac, recebeu o título de “Príncipe dos Poetas Brasileiros”, reconhecimento máximo de sua importância na literatura nacional.
Embora identificado com o Parnasianismo, o escritor demonstrou abertura às novas correntes literárias. Em entrevista concedida ao jornal A Vanguarda, em 1925, declarou simpatia pelo Modernismo, atitude que evidenciou seu espírito conciliador e sua sensibilidade diante das transformações culturais do período.
Entre suas obras mais conhecidas destacam-se Meridionais, Versos e Rimas, Sonetos e Poemas e o famoso poema “Vaso Grego”, considerado um dos símbolos da poesia parnasiana brasileira.
O poeta faleceu em 19 de janeiro de 1937, em Niterói, deixando uma contribuição fundamental para a consolidação da poesia brasileira do final do século XIX e início do século XX.
Justificativa da escolha: A sua poesia “Inspiração” me inspirou a escrever a minha 1ª poesia, ainda na adolescência, em uma atividade escolar. Essa poesia abre o meu livro: “Poesia de uma Vida”, que será lançado no dia 26.06.26


