Cadeira 6: Plácido Amaral

 

Plácido Ferreira do Amaral Júnior

Rio-grandense do norte, nasceu em Natal aos 19 de julho de 1958 e reside em Caicó, também no Estado do Rio Grande do Norte, desde janeiro de 1980. Fisioterapeuta graduado pela Universidade Federal de Pernambuco considera-se um humilde fazedor de versos.

Poeta, trovador e cordelista, é autor de centenas de poemas divulgados em coletâneas literárias e nas redes sociais, como também, possui quarenta e dois cordéis
escritos, impressos e publicados. É membro do C.T.S. (Clube dos Trovadores do Seridó), onde ocupa a cadeira 27; Acadêmico da ARLAC (Academia Rotária de Letras, Artes e Cultura); Acadêmico da ACILBRAS (Academia de Artes, Ciências e Letras do Brasil), onde ocupa a cadeira 128 e sócio da União Brasileira de Trovadores (UBT), sessão de Caicó/RN.

É casado há trinta e quatro anos com Maria do Rosário Gurgel do Amaral, administradora de empresas e funcionária pública estadual; pai de Gabriel José Gurgel do Amaral, bacharel em Direito e corretor de imóveis e de Felipe José Gurgel do Amaral, bacharel em Economia. É sogro de Narjara Medeiros e Souza Batista,administradora de empresas e avô de João Arthur Batista Gurgel do Amaral.

Contatos: (84) 999173493 e (84) 988753139 (WhatsApp)
E-mail: placidoamaral@bol.com.br

Patrono

 

Vinicius de Moraes

 

Vinicius de Moraes (1913 – 1980) foi um poeta, compositor, dramaturgo, jornalista, roteirista e diplomata brasileiro. Sua música “Garota de Ipanema”, composta em parceria com Tom Jobim, é uma das mais importantes canções da história da música brasileira.

Vinicius de Moraes, nascido Marcus Vinicius de Moraes no Rio de Janeiro, no dia 19 de outubro de 1913, desde jovem mostrou interesse pela poesia. Aluno do Colégio Santo Inácio, em Botafogo, participou ativamente das atividades artísticas escolares.

Em 1922 escreveu seus primeiros versos. Em 1930, ingressou na Faculdade Nacional de Direito. Formou-se em 1933, ano em que publicou seu primeiro livro de poemas “O Caminho Para a Distância”. Em 1936 passa a frequentar as rodas literárias e boêmias do Rio de Janeiro.

Em 1938 ganhou uma bolsa do Conselho Britânico para estudar Literatura Inglesa na Universidade de Oxford. Nesse mesmo ano escreve o poema “O Soneto da Separação”. Em 1939, com a Segunda Guerra Mundial, permanece um período em Portugal e no ano seguinte retorna ao Brasil.

Em 1943, Vinicius de Moraes passa no concurso do Itamaraty e ingressa na carreira diplomática, função que ocupou até 1968. Em 1946 assume o seu primeiro posto diplomático, como vice-cônsul, em Los Angeles, Estados Unidos. Serviu em Paris e Montevidéu, regressando ao Brasil em 1964. Em 1968 é exonerado do Itamaraty.

De volta ao Rio de Janeiro, dedicou-se à poesia, a música, a trilhas para
novelas e musicais, e à intensa vida de shows no Brasil e no exterior. Fez parceria com Tom Jobim, Toquinho, João Gilberto, Edu Lobo e outros. Entre suas músicas destacam-se “Garota de Ipanema”, “Gente Humilde”, “Aquarela”, ”Eu Sei Que Vou Te Amar”, entre outras.

Vinicius de Moraes casou-se nove vezes e teve cinco filhos. Em 1978 passou a viver com sua última esposa, Gilda Matoso, que o acompanhou até seus últimos dias. O poeta faleceu no Rio de Janeiro, de edema pulmonar, no dia 9 de julho de 1980.

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