Cadeira 40: Adeilza Pereira

Adeilza Pereira

 

Adeilza Pereira Lima Mourato, nascida aos 04 de Setembro de 1968 na cidade de Serra Talhada -PE. Filha de agricultores, casada, mãe de um filho e avó de um neto. Graduada em Licenciatura em Pedagogia com Especialização em Psicopedagogia ambas pela UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO. Sou Professora do Ensino Fundamental I, na rede Municipal há mais de 32 anos e poetisa desde os 16, com diversos trabalhos escritos e publicados, dois cordéis da minha autoria: A HISTÓRIA DE BERNARDO VIEIRA em 2001 e O MEIO AMBIENTE E A SECA em 2016. Em 2020 ingressei na ACADEMIA LITERÁRIA CLUBE DA POESIA NORDESTINA, coordenada pelo o poeta, jornalista e produtor cultural IRANILDO MARQUES, na qual participo de várias LIVES, tenho participação em 5 Livros e vários cordéis coletivos e 8 Diplomas. Fui classificada no concurso com o tema MÃES em 6° Lugar e no I Concurso Virtual com o tema: VOU GANHAR O FESTIVAL NA TERRA DE LAMPIÃO em 2° competindo com 110 poetas. Participei também do VII FESTIVAL VAMOS FAZER POESIA no qual fui classificada em 2° Lugar em declamação e do VIII FESTIVAL VAMOS FAZER POESIA, ficando entre os vinte melhores colocados, classificando- me em 20° Lugar. Participo dos CORDÉIS COLETIVOS organizado e coordenado pelo poeta paraibano: José de Sousa Dantas. Resido atualmente em Serra Talhada- PE.

 

 

Patrono

 

Valdemar Emygdio de Miranda

 

Valdemar Emygdio de Miranda, nasceu no Recife em 05 de Agosto de 1897, era filho do Professor: Auxêncio da Silva Viana e de Maria dos Passos de Miranda Andrade, seus pais se fixaram em Serra Talhada, abrindo uma Escola na sua residência, na Praça Sérgio Magalhães(onde hoje funciona o BNB), tendo tal fato acontecido no princípio do século passado até mais ou menos o ano de 1920. Emygdio viveu na cidade até os 18 ou 19 anos. Ainda jovem entregou- se ao vício do alcool sem abandonar a poesia e passou a peregrinar palas cidades do interior de Pernambuco.

Descrito como um boêmio sem morada fixa,vagando pelos Sertões do Pajeú, pousando ora em Arcoverde, ora em Serra Talhada, demorando algum tempo em Caruaru, retornanda a Triunfo e estendendo sua viagem até Princesa Isabel na Paraiba, onde recebeu o carinhoso apelido de “Vate peregrino”.

Muito cedo começou a versejar e a beber,era muito querido pelas pessoas por ser um homem respeitador, bom poeta e ótimo declamador, sabia de cor tanto os seus versos quanto os de outros vates mais conhecidos. Assim, naqueles tempos de romantismo, um poeta de sua estampa e competência literária fazia muito sucesso em qualquer cidade, principalmente nas do interior.

Em sua bibliografia apenas dois títulos: Rosal, como prefácio de Ulysses Lins e Rosa da Serra e outros poemas. Um dos seus mais belos sonetos: A UM BURGUÊS.Foi amigo de alguns dos mais importantes coronéis da polícia da época, entre eles: Cornélio Soares e José Pereira. Com suas poesias encantou dezenas de pessoas, conquistando o respeito e muitas paixões. O poeta não teve o prazer de ver suas obras publicadas, faleceu em 29 de Agosto de 1933 aos 36 anos de idade em Arcoverde,( na época Rio Branco), onde foi sepultado.

Após sua morte os amigos reuniram alguns desses poemas e publicaram nos livros: ” ROSAL” e ” ROSA DA SERRA”.

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