Cadeira 43: Josinete Barros

Josinete Lídia

 

Josinete Lídia de Barros, nascida as 25 de Outubro de 1974, filha de Sebastião Augusto de Barros e Joana Lídia de Barros, solteira, nascida e criada na zona rural do município de Brejão/PE onde mora até hoje. Aprendeu a ler nos cordéis que sua mãe lia para os filhos, sempre apaixonada por poesia, principalmente a nordestina, descobriu que tinha o dom de rimar, a pouco mais de um ano, e com algumas pesquisas e ajuda de um grande amigo continua se aperfeiçoando.Tem o curso de Tecnico Agrícola pela Fundação Bradesco, e é formada em Pedagogia pela Universidade Tiradentes.

Patrono

 

Vavá Machado

 

ADEMAR TELES DE CARVALHO, de nome artístico VAVÁ MACHADO, nascido aos 13 de Junho de 1946 na cidade pernambucana de Lagoa do Ouro, cidade pequena com pouco mais de dez mil habitantes. Vavá Machado foi criado pela família Machado da cidade de Major Izidoro em Alagoas. Quando jovem serviu ao Exército no estado de Pernambuco, ao término de suas obrigações militares sentiu a vocação para vaqueiro, onde encontrou um terreno fértil e promissor, a partir daí foi que passou a assinar Vavá Machado, talvez uma alusão à família que o criou. Possuidor de uma bela voz, trouxe ainda a vocação para poesia, constituindo-se um poeta vaqueiro, afinado por natureza. Encontrou na pessoa de Marcolino que era de Garanhuns seu primeiro passeiro para uma dupla que ficou conhecida no nordeste inteiro, Vavá Machado e Marcolino foi quem primeiro gravou toada, tornando-se os pioneiros no nordeste nesse ramo. Depois de um certo tempo a dupla se separou, Vavá foi cantar com Zé de Almeida e gravou alguns discos, ainda fez dupla também com Léo Costa. Vavá Machado teve dois filhos do primeiro casamento. Mas infelizmente no dia 06 de Agosto de 2012, estando em Olho d’Água das Flores, sentindo-se mal foi levado ao hospital, mas não resistiu, vindo a falecer de infarto com 66 anos de idade. A família veio de sua cidade Lagoa do Ouro e o levou para ser sepultado em sua terra natal. Muitas homenagens lhe foram tributadas e a cidade parou para se despedir de seu mais ilustre filho, Vavá Machado. Enquanto existir o som de um chocalho dolente, um aboio saudoso, uma vaquejada, um vaqueiro correndo um boi no mato, a voz de Vavá Machado ecoará viva e latente nos corações dos nordestinos.

 

 

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