Cadeira 47: Galdêncio Neto

 

 

 

Galdêncio Pereira da Silva Neto ( 12/03/1976) mais conhecido como poeta Galdencio Neto, nascido em Sertânia- PE no sertão do Moxotó pernambucano, é poeta , declamador e compositor . Ja participou de festivais de música e poesia, foi membro do grupo “Coração de Poeta” da cidade Sertânia, é membro da SAPECAS ( sociedade dos poetas e compositores de Sertânia), foi membro também do grupo sertaniense de teatro “Primeiro Traço “ membro do curso de cordel com o poeta Abidias Campos, com participação em alguns livros e CDs de artistas regionais. Tem como formação acadêmica “Licenciatura em Geografia “ . É fã incondicional da poesia Brasileira, mas tem suas origens na poesia do Moxotó, Cariri e Pajeú, na tríplice fronteira da poesia, dentre tantos, tem Waldemar Cordeiro, poeta Sertaniense como uma das maiores influências.

Patrono

 

Waldemar de Sousa Cordeiro

 

 

Waldemar de Sousa Cordeiro, nascido em 20 de outubro de 1911 e falecido em 30 de outubro de 1992, é considerado um dos mestres da poesia do sertão do Moxotó, sendo autor da letra do hino de Sertânia e juntamente com Abílio Monteiro e Ubirajara Chaves, foi um dos fundadores, diretor e professor de Língua Portuguesa, Literatura, Latim e Canto Orfeônico do Ginásio Olavo Bilac, hoje Escola de Referência em Ensino Médio Olavo Bilac. Foi ainda diretor e Secretario Geral do Município de Sertânia, tendo respondido pela prefeitura interinamente algumas vezes. Foi sócio fundador e presidente do América Esporte, do qual redigiu o Estatuto Social.

Mestre Dema, como era carinhosamente conhecido, foi também em parceiro com o genial Francisco Dias Araujo (Maestro Francisquinho), em frevos, sambas, boleros, tangos e valsas. Waldemar Cordeiro ainda foi músico saxofonista, teve atuação no meio teatral de Sertânia. Na literatura destacaram-se as obras: Ondas Revoltas (1941), Salão de Sombras (1992).

O Poeta foi membro da União Brasileira de escritores (UBE – Secção Pernambuco) e se destacam em suas obras: Monólogo de um Carro de Boi, Rosa Maria; Só pra os Olhos; Nova Terra; O Pântano; Seios; Nova Terra; Seios; Minha Palestina; Cadernos de Infância, onde sua poética de característica simbolistas dialoga com a poesia popular e revela influências modernas e o “Livro de Siboney”, cuja musa, de acordo com Alberto Cunha Melo, “esta incorporada à mitologia poética do Nordeste”. Eis Dema do Moxotó, um orgulho de Sertânia.

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