Cadeira 50: Vivaldo Araújo

 

 

 

Vivaldo Araújo da Costa, nascido aos 11/09/1972, na cidade de São João do Sabugi/RN, filho de José Araújo da Costa e Gertrudes de Medeiros Costa, casado há 20 anos com Andréa Lúcia Gondim de Melo Costa, pai de três filhos: Mariana de Melo Costa, Ana Clara de Melo Costa e Mateus de Melo Costa, Católico, Membro da Comunidade Católica de Casais Vida Nova (Natal/RN), Técnico em Agropecuária, trabalhou como Guarda Municipal de Natal no período de 1992 a 2000 e atualmente exerce o cargo de Técnico Judiciário no TJRN (Serventuário da Justiça Estadual Potiguar), desde o ano de 2000. Bacharel em Direito pela UnP (Universidade Potiguar). Atualmente reside na cidade de Natal/RN.

Considera-se um eterno aprendiz na arte de fazer versos. Está editando sua primeira publicação oficial (Livro sobre Cordéis), com previsão de conclusão em Dezembro/2020.
Contato: (84) 991243843 (Claro/WhatsApp)
Email: vivaldocostatj@gmail.com

 

Patronesse

 

Nísia Floresta

 

Dionísia Gonçalves Pinto, conhecida pelo pseudônimo Nísia Floresta Brasileira Augusta, educadora, escritora e poetisa nascida em 12 de outubro de 1810, em Papari, Rio Grande do Norte, filha do português Dionísio Gonçalves Pinto com uma brasileira, Antônia Clara Freire, foi batizada como Dionísia Gonçalves Pinto, mas ficou conhecida pelo pseudônimo de Nísia Floresta Brasileira Augusta. Nísia é o final de seu nome de batismo. Floresta, o nome do sítio onde nasceu. Brasileira é o símbolo de seu ufanismo, uma necessidade de afirmativa para quem viveu quase três décadas na Europa. Augusta é uma recordação de seu segundo marido, Manuel Augusto de Faria Rocha, com quem se casou em 1828, pai de sua filha Lívia Augusta.

• Neste mesmo ano, o pai de Nísia havia sido assassinado no Recife, para onde a família havia se mudado. Em 1831, ela dá seus primeiros passos nas letras, publicando em um jornal pernambucano uma série de artigos sobre a condição feminina. Do Recife, já viúva, com a pequena Lívia e sua mãe, Nísia vai para o Rio Grande do Sul onde se instala e dirige um colégio para meninas. A Guerra dos Farrapos interrompe seus planos e Nísia resolve fixar-se no Rio de Janeiro, onde funda e dirige os colégios Brasil e Augusto, notáveis pelo alto nível de ensino.

• Em 1849, por recomendação médica leva sua filha, gravemente acidentada, para a Europa. Foi em Paris que morou por mais tempo. Em 1853, publicou Opúsculo Humanitário, uma coleção de artigos sobre emancipação feminina, que foi merecedor de uma apreciação favorável de Auguste Comte, pai do positivismo.

• Esteve no Brasil entre 1872 e 1875, em plena campanha abolicionista liderada por Joaquim Nabuco, mas quase nada se sabe sobre sua vida nesse período. Retorna para a Europa em 1875 e, três anos depois, publica seu último trabalho Fragments d’un ouvrage inédit: Notes biographiques.

• Nísia faleceu em Rouen, na França, aos 75 anos, a 24 de abril de 1885, de pneumonia. Foi enterrada no cemitério de Bonsecours. Em agosto de 1954, quase 70 anos depois, seus despojos foram transladados pra o Rio Grande do Norte e levados para sua cidade natal, Papari, que já se chamava Nísia Floresta. Primeiramente foram depositados na igreja matriz, depois foram levados para um túmulo no sítio Floresta, onde ela nasceu.

 

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