Cadeira 102: Ana Reis

Ana Reis

 

Ana de Araújo Reis, nasceu em Boquim/Sergipe, graduou-se em Letras (Português/ Inglês) pela Universidade Federal de Sergipe e pós-graduou-se em Metodologia do Ensino Superior pela Universidade de Patos.Atua como professora do Ensino Fundamental Maior de Boquim e em 2005 deu os primeiros passos na produção de cordel a fim de instigar o alunado para a prática da leitura e da escrita. Em 2017 publicou seu primeiro folheto em homenagem às Mães seguido de mais 10 individuais e cerca de 25 em parcerias. Participou em 2018 da produção do livro Das Neves às Nuvens- I Antologia das Mulheres do Cordel Sergipano, organizado por Daniela Bento e Izabel Nascimento.Ainda em 2018, participou da produção do livro Uma Estrela Luminosa- José Martins Peralva do escritor Euvaldo Lima.Coordena o Grupo Foco no Cordel com quem teve a oportunidade de organizar uma mini cordelteca na Escola Municipal Deputado Lourival Baptista em Boquim. Ultimamente tem feito um trabalho em parceria com o cordelista Renilson Lima com o qual já produziu cinco folhetos.

 

Patronesse

Rachel de Queiroz

 

Rachel de Queiroz nasceu, em Fortaleza, Ceará, no dia 17 de novembro de 1910. Filha de Daniel de Queiroz Lima e Clotilde Franklin de Queiroz é parente, pelo lado materno, da família de José de Alencar. Com 45 dias de nascida, a família mudou-se para a Fazenda Junco, em Quixadá, uma propriedade da família. Em 1913 retornam para Fortaleza, onde seu pai foi nomeado promotor. Em 1917, a família vai morar no Rio de Janeiro procurando fugir de uma grave seca que desde 1915 atingia a região. Em 1919 a família retorna para Fortaleza e, em 1921, Rachel de Queiroz ingressa no Colégio Imaculada Conceição, diplomando-se professora, em 1925, com apenas 15 anos.

Em 1927, com o pseudônimo de Rita de Queluz, escreve uma carta para o jornal O Ceará, promotor do evento, ironizando o concurso de Rainha dos Estudantes. Com o sucesso da carta, Rachel foi convidada para colaborar com o jornal. Passa a organizar a página literária e publica o folhetim “História de um Nome”. Nessa época, leciona História, como professora substituta, no colégio Imaculada Conceição.

Obras de Rachel de Queiroz

 

  • O Quinze, 1930
  • João Miguel, 1932
  • Caminho de Pedras, 1937
  • As Três Marias, 1939
  • A Donzela e a Moura Torta, 1948
  • O Galo de Ouro, 1950
  • Lampião, 1953
  • A Beata Maria do Egito, 1958
  • Cem Crônicas escolhidas, 1958
  • O Brasileiro Perplexo, 1964
  • O Caçador de Tatu, 1967
  • O Menino Mágico, 1969
  • Dora, Doralina, 1975
  • As Menininhas e Outras Crônicas, 1976
  • O Jogador de Sinuca e Mais Historinhas, 1980
  • Cafute e Pena-de-Prata, 1986
  • Memorial de Maria Moura, 1992
  • Cenas Brasileiras, 1995
  • Nosso Ceará, 1997
  • Tantos Anos, 1998
  • Memórias de Menina, 2003
  • Pedra Encantada, 2011

4 comentários on “Cadeira 102: Ana Reis

  • Reniilson Lima disse:

    Pensem numa poetisa arretada de boa; engajada na propagação da cultura cordelistica; multiplicadora de versos e rimas; fomentadora de processos educacionais onde o cordel é a ferramenta primordial!
    Orgulho de parceirar com Ana Reis histórias e estórias versejadas na corda do cordel!!!!!
    Parabéns luminosa poetisa sergipense, conterrânea de Hermes Fontes, brotada em Boquim/SE.

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    • Ana Reis disse:

      Sem palavras para dizer o quanto lhe sou grata meu primoamigo Renilson Lima com quem tenho o prazer de fazer parceria nestas lindas e longas viagens pelo mundo da poesia.Xero no coração!!!

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  • Ana Reis disse:

    Gratidão é a palavra para vc grandioso primo Euvaldo Lima dos Reis, O Pequeno Diminuto é o gigante da Poesia sergipana!!!

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