Cadeira 105: Agostinho Jales

 

 

 

 

Agostinho Fernandes Jales Neto, nascido em 02 de agosto de 1978, na cidade de Angicos – RN, filho de Antilio Fernandes (in memorian) e Francisca de Jesus Gonçalves Fernandes, casado com Macelly Jales, com quem tem dois filhos Acza Jales e Airon Jales. Cursou Auxiliar Técnico em Administração na Escola Estadual Prof Anísio Teixeira, terminando em 1994, em 1995 prestou concurso para a Marinha do Brasil, ingressando em 1996 na Escola de Aprendiz de Marinheiros do Ceará, em 2000 concluiu o Curso de Escrita e Fazenda no Centro de Instrução Almirante Alexandrino (CIAA), fez o Aperfeiçoamento em 2008 no CIAA, atualmente é Suboficial Escrevente. Ingressou no mundo da Poesia ao descobrir que o Poeta Antônio Francisco iniciou seu legado aos 46 anos, pensou porquê não? Prestes a completar 40, começou a registrar seus poemas. Participou da Antologia Poética Sarau Brasil 2018, organizado pela Vivara Editora Nacional, um dos vencedores do Concurso “Do Poema ao Livro” organizado pela AVÁ Editora, terá um Livreto publicado pela mesma, intitulado “Um Cadin de Poesia”, finalizou um E-Book intitulado “Mais um cadin de poesia” que será lançado em meados do final de Junho pela Cia do E-book. Participa ativamente do Sarau Poético “Sarau Combinado” que ocorre toda primeira quinta-feira de cada mês, no Crioula Café do Guará II, Guará DF. É só um cadin do Poeta Agostinho Jales.

 

Patrono

Moisés Sesiom

 

 

Moisés Sesiom (1883 – 1932) nasceu no Sítio Baixa Verde, distrito de Caicó-RN, porém, se fez poeta na cidade de Assu-RN, terra que adotara pra viver, cognominada Terra dos Poetas, onde está enterrado. Seus versos populares estão espalhados Brasil a fora. Ele está colocado em várias antologias dos poetas potiguares e ficou conhecido como “O Bocage Norteriograndense”.

Vida longa não alcanço,
na orgia ou no prazer,
mas, enquanto eu não morrer,
bebo, fumo, jogo e danço!
Brinco, farreio, não canso,
me censure quem quiser,
enquanto eu vida tiver,
cumprindo essa sina venho,
e, além dos vícios que tenho,
Sou perdido por mulher.

Um comentário em “Cadeira 105: Agostinho Jales”

  • George Henrique Rodrigues disse:

    Parabéns Agostinho Jales!
    Por este merecimento,
    De cadin em cadin, sua poesia,
    Cresce com avivamento.
    O sertanejo é cabra arretado,
    Este vate do verso quebrado.
    Feliz com o reconhecimento.

    George Henrique

    Reply

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