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    Francisco Maia – Caicó-RN

    O semblante de um pai é diferente
    De pessoas que não possui semblante
    Quem não tem um sorriso cativante
    Não possui uma face transparente
    Seu olhar funciona como lente
    Para ver com detalhe o seu caminho
    Muitas vezes prefere andar sozinho
    A não ter que perder o seu humor
    No semblante do pai trabalhador
    Tem um riso sedento de carinho.

    Mote: Marciano Medeiros

  • Maria Farias

    Maria Farias – Santa Terezinha-PE

    Na conquista do pão dos filhos seus
    Cada pai se dedica todo dia,
    Dá aos filhos amor, muita alegria,
    Com firmeza constrói os novos ‘eus’;
    Pede força com fé em nosso Deus,
    Lhes ensina a trilhar o bom caminho,
    Mas nem sempre seu filho está juntinho
    Ou faz jus à pureza desse amor.
    No semblante do pai trabalhador
    Tem um riso sedento de carinho.

    Mote: Marciano Medeiros

  • pp

    Iranildo Marques – Serra Talhada-PE

    Não esqueça de quem lhe deu a mão
    Trabalhou pra você, lhe deu a vida
    Foi estudo, foi teto, foi comida
    Pra bater em você um coração
    Nunca plante motivo pra perdão
    O momento da vida é bem curtinho
    Muita gente queria’um’minutinho
    Pra abraçar o seu pai, lhe dar amor
    No semblante do pai trabalhador
    Tem um riso sedento de carinho.

    Mote: Marciano Medeiros

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    Edmilton Torres – Pesqueira-PE

    O meu pai trabalhava o dia inteiro
    E voltava pra casa bem cansado
    Ao chegar se sentava do meu lado
    Com aquele sorriso costumeiro
    Tinha o porte garboso de um guerreiro
    E a ternura de um pássaro no ninho
    Abraçava no colo o seu filhinho
    Numa troca de afeto e muito amor
    No semblante de um pai trabalhador
    Tem um riso sedento de carinho.

    Mote: Marciano Medeiros

  • Luiz Esperantivo

    Luiz Esperantivo – Orobó-PE

    Um pai que é amoroso e dedicado
    Luta muito pro pão nunca faltar,
    Segue firme, cuidando de seu lar,
    Ensinando o caminho a ser trilhado;
    Cada calo da mão mostra o legado,
    Cada pedra que viu em seu caminho.
    Muitas vezes se sente tão sozinho,
    Busca forças e vence toda dor.
    No semblante do pai trabalhador
    Tem um riso sedento de carinho.

    Mote: Armando Meeiros

  • Aurineide Alencar

    Aurineide Alencar – Dourados-MS

    Quando nasce é sempre aquela alegria
    Chama compadres, vizinhos, parentes,
    Tanta festa, “ganhação” de presentes!
    Todos festejam é grande a magia
    A noite toda até o raiar do dia
    O pai pensa em lhe arranjar um cantinho
    Para que na vida do seu “bichinho”
    Possa ter um futuro promissor
    No semblante do pai trabalhador
    Tem um riso sedento de carinho.

    Mote: Marciano Medeiros

  • pp

    Luiz Gonzaga – Limoeiro do Norte-CE

    Até quando um roceiro da mão grossa
    No sopapo do cabo do machado
    Tira o pão da família no roçado
    Cedo acorda disposto vai pra roça
    Quando volta a tardinha pra palhoça
    Um garoto lhe espera no caminho
    Ele dá gargalhada diz baixinho
    Não me sinto caboclo sofredor
    No semblante do pai trabalhador
    Tem um riso sedento de carinho.

    Mote: Marciano Medeiros

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    Armando Medeiros – Princesa Isabel

    Apesar desse herói ser tão valente
    Incansável na luta tão pesada
    Traça o pão com o gume da enxada,
    Não reclama fadiga, nem sol quente
    Mas no amor, esse herói é tão carente
    Qual filhote de ave, inda no ninho
    No silêncio da noite, agarra o pinho
    E sozinho extravasa imensa dor,
    No semblante do pai trabalhador
    Tem um riso sedento de carinho.

    Mote: Marciano Medeiros

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    Rena Bezerra – São José de Princesa-PB

    Tem missão de jamais deixar faltar
    Pra família comida em sua mesa
    Logo cedo labuta com dureza
    Mas não vê nada para reclamar.
    Já sol posto de volta pro seu lar
    Se completa no seio do seu ninho
    Cada filho pra ele um pedacinho
    Dum momento tão lindo de amor,
    No semblante do pai trabalhador
    Tem um riso sedento de carinho.

    Mote: Marciano Medeiros

  • Jerson Brito

    Jerson Brito – Porto Velho-RO

    Dedicado, labuta o dia inteiro
    Para dar à família algum conforto.
    Ao cumprir a jornada, chega morto
    De cansaço porque foi um guerreiro.
    Outra vez, finaliza seu roteiro
    E procura aconchego em casa, o ninho:
    Um abraço recebe do filhinho,
    Vários beijos da musa, seu amor.
    No semblante do pai trabalhador
    Tem um riso sedento de carinho.

    Mote: Marciano Medeiros

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    Massilon Silva Aracaju-SE

    Sem cansaço ele segue trabalhando,
    Altaneiro a cabeça sempre erguida,
    Satisfeito e feliz na sua lida,
    O labor dá-lhe força, vai lutando.
    Os percalços da vida enfrentando,
    Sem temer, seja pedra seja espinho,
    E na vida trilhando seu caminho,
    Vai seguindo e labuta com amor,
    No semblante do pai trabalhador
    Tem um riso sedento de carinho.

    Mote: Marciano Medeiros

  • Charles

    Charles Brunno – Pão de Açúcar-AL

    O seu corpo cansado, esmorecido,
    Pelas marcas deixadas dessa vida,
    Envolvido ao destino vence a lida,
    O sinal no seu rosto é exibido,
    O cabelo grisalho, embranquecido,
    Toda cor desbotada no caminho,
    Pois o tempo pintou ele todinho,
    E o seu rosto é carente de um amor,
    “No semblante de um pai trabalhador,
    Tem um riso sedento de carinho”.

    Mote: Marciano Medeiros

  • pp

    Marciano Medeiros – Santo Antônio-RN

    No jardim do destino um pai trabalha:
    planta exemplos no jarro da decência,
    nada exige de sua descendência;
    e a frieza dos mesmos não espalha.
    Ter respeito será grande medalha,
    cada filho nas curvas do caminho;
    beije em vida o cabelo bem branquinho
    do seu velho e querido genitor,
    No semblante do pai trabalhador
    Tem um riso sedento de carinho.

    Mote: Marciano Medeiros

  • Francisco Gabriel

    Francisco Gabriel – Natal-RN

    Sofre um pai na batalha pela lida,
    na esperança de um dia colher flores.
    Procurando adoçar seus dissabores,
    pela força do amor, vence a subida.
    Tem no peito o sabor da despedida,
    qual canário distante do seu ninho.
    Suplantando as barreiras do caminho,
    volta tenso a procura de calor.
    “No semblante do pai trabalhador
    tem um riso sedento de carinho”.

    Mote: Marciano Medeiros

  • 33

    Charles Sant’Ana Pão de Açúcar-AL

    Sua face tão velha e já cansada,
    São as marcas do tempo que passou,
    Juventude esse tempo carregou,
    Cicatriz no seu rosto foi bordada,
    Toda ruga ficou ali marcada,
    Indo em busca do pão pelo caminho,
    Hoje vive carente e tão sozinho,
    Seu sorriso esboçado em triste dor,
    No semblante do pai trabalhador
    Tem um riso sedento de carinho.

    Mote: Marciano Medeiros

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    El Gorrión Itatuba-PB

    O meu pai foi um sábio conselheiro
    Que lutou sempre pra me proteger.
    Seu abraço mostrava bem-querer;
    Com cuidado de amigo e companheiro.
    Eu me lembro saudoso do seu cheiro…
    Seus conselhos, grafei num pergaminho.
    Para nunca esquecê-los no caminho
    Empunhei seus ensinos com valor.
    No semblante do pai trabalhador
    Tem um riso sedento de carinho.

    Mote: Marciano Medeiros

  • Silvano

    Silvano Lyra – Olinda-PE

    Face oculta não diz tudo que sente
    Que o sentir vez por outra é ofuscado
    Mesmo quando vem sendo fustigado
    Coração se interliga com a mente
    Abrir mão deixa o pai tão reluzente
    Pra doar todo amor ao seu filhinho
    Rasga a face ao ouvir chamar painho…
    …”Eu te amo hoje ontem e aonde for”
    No semblante do pai trabalhador
    Tem um riso sedento de carinho.

    Mote: Marciano Medeiros

  • Amauri

    Amauri Sales – Camalaú-PB

    Todo pai necessita de atenção
    Todo filho precisa ter cuidado
    Todo pai precisa ser respeitado
    Todo filho de ter bom coração
    Que o filho que tem dedicação
    Nunca deixa seu pai ficar sozinho
    Se o filho do pai segue o caminho
    No futuro será bom genitor
    No semblante do pai trabalhador
    Tem um riso sedento de carinho.

    Mote: Marciano Medeiros

  • Otacílio Pires

    Otacílio Pires – Recife-PE

    Pai; Aquele que dedica seu afeto,
    Passando o dia inteiro na labuta
    E pra família ele dedica sua luta
    De amor; Verdadeiro e completo.
    Um pai é construtor e arquiteto,
    Um forte defensor do seu ninho
    Hábil na construção do caminho
    Que, do filho, ele é predecessor.
    No semblante do pai trabalhador
    Tem um riso sedento de carinho.

    Mote: Marciano Medeiros

  • João Bosco

    João Bosco – Poção-PE

    Todo pai que trabalha trás na mente
    A família que em casa tá na espera,
    Batalhando na paz é quem supera
    O sertão com sol forte, vento quente,
    Ao chegar pai recebe bem contente,
    Um abraço dos filhos em seu ninho,
    Esse afago transforma todo espinho
    Em roseiras de pétalas de amor,
    No semblante do pai trabalhador
    Tem um riso sedento de carinho.

    Mote: Marciano Medeiros

  • Adilson

    Adilson Costa – São Lourenço da Mata-PE

    No semblante do pai trabalhador
    Tem um riso sedento de carinho.
    Se algum dia o seu filho perguntar
    Onde estão os valores dessa vida,
    Diga apenas que estão pela ferida
    Que somente o amor pode fechar
    E se a chave do tempo destravar
    Todo estorvo das pedras do caminho
    Faça o sopro da brisa de mansinho
    Transportar pra família todo amor
    No semblante do pai trabalhador
    Tem um riso sedento de carinho.

    Mote: Marciano Medeiros

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    Teresa Machado Apodi-RN

    Revirando a gaveta da lembrança
    A saudade apertou meu coração
    Minha vida feliz lá no Sertão
    O meu pai transmitindo confiança
    Repassada na forma de esperança
    Nosso pai foi pro céu, voou do ninho
    Mas deixou como exemplo seu caminho
    Semelhança de Deus Pai Criador
    No semblante do pai trabalhador
    Tem um riso sedento de carinho.

    Mote: Marciano Medeiros

  • O Clube da Poesia Nordestina parabeniza o POETA DO MÊS de Agosto: Marciano Medeiros

    Marciano

     

     

     

    Na quarta homenagem do Clube da Poesia Nordestina aos nossos poetas neste ano, MARCIANO MEDEIROS foi escolhido como POETA DO MÊS. 16 poetas enviaram as notas de 5,00 a 10,0 pontos.

    A classificação ocorreu da seguinte maneira:

    Os poetas votam nas cinco melhores glosas e enviam as notas, de 5 a 10, para o e-mail do Clube da Poesia Nordestina: clubedapoesianordestina@hotmail.com, daí as notas de todos os poetas foram somadas.

    Confira abaixo o ranking dos 10 melhores poetas do mês de agosto.

    1º Marciano Medeiros = 76,8 votos
    2º Charles Sant’Ana = 66,85 votos
    3º Edmilton Torres = 63,85 votos
    4º Charles Brunno = 62,42 votos
    5º Teresa Machado = 47,3 votos
    6º Adilson Costa = 44,8 votos
    7º Iranildo Marques = 37,6 votos
    8º Luiz Esperantivo = 37,3 votos
    9º Armando Medeiros = 37,1 votos
    10º Maria Farias = 36,8 votos

  • O Clube da Poesia Nordestina parabeniza O POETA DO MÊS de JULHO com mais curtidas no Facebook: Rena Bezerra

    Esse

     

     

     

    Na terceira homenagem do Clube da Poesia Nordestina aos nossos poetas neste ano, RENA BEZERRA, mais uma vez foi o vencedor nas redes sociais com mais curtidas no Facebook.

    Confira abaixo o ranking dos 10 melhores poetas com mais curtidas no Facebook.

    1º Rena Bezerra = 226 curtidas
    2º Maria Farias = 80 curtidas
    3º João Nunes = 40 curtidas
    4º Aurineide Alencar = 23 curtidas
    5º El Gorrión = 13 curtidas
    6º Otacílio Pires = 13 curtidas
    7° Teresa Machado = 08 curtidas
    8º Charles Brunno = 05 curtidas
    9º Charles Sant’Ana = 04 curtidas
    10° Amauri Sales = 01 curtida

  • PRA GLOSA DE JOÃO NUNES

    João Nunes – Sítio Serrote Preto-PB

    Eu tentei segurar minhas lembranças
    Como fosse um acervo de riquezas
    De uma vida repleta de proezas
    Acabei por perder as esperanças
    Na poeira e percalços das andanças
    Minha mente é aos poucos apagada
    A memória acabou foi naufragada
    Nesse mar que o destino preparou
    A moenda do tempo triturou
    A saudade que estava impregnada.

    Mote: Silvano Lyra

  • Maria Farias

    Maria Farias – Santa Terezinha-PE

    Eu voltei pra rever o meu passado,
    Recordei bons momentos que vivi;
    Nesta tela do tempo revivi
    Cada peça que trouxe o meu legado:
    Nela vejo meu tio, é engraçado,
    Pois fazia pra nós só palhaçada,
    Me ensinou estudar a tabuada
    E romances pra mim apresentou.
    ‘A moenda do tempo triturou
    A saudade que estava impregnada’.

    Mote: Silvano Lyra

  • Aurineide Alencar

    Aurineide Alencar Dourados-MS

    Plantei sonhos na terra da ilusão,
    Cultivei esperança de viver
    Quando pude encontrar meu bem querer
    Lhe entregando meu pobre coração,
    Fui feliz até vir desilusão
    E você me deixar abandonada,
    Eu chorei por estar apaixonada
    Que a tristeza em meu peito se instalou,
    A moenda do tempo triturou
    A saudade que estava impregnada.

    Mote: Silvano Lyra

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    Armando Medeiros Princesa Isabel-PB

    Tu que vives tristonho, acabrunhado
    A saudade causando contratempo
    Peraí, meu irmão, dê tempo ao tempo
    Que com o tempo verás o resultado,
    Eu confesso que quase fui tragado
    Pelo remanso da saudade exagerada,
    Mas saudade é datada e setorizada
    Se venceu a validade, ela inspirou
    A moenda do tempo triturou
    A saudade que estava impregnada.

    Mote: Silvano Lyra

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    Edmilton Torres – Pesqueira-PE

    Cada canto da casa que eu olhava
    Via algo a lembrar sua partida
    Pois mostrava a história de uma vida
    Reabrindo uma chaga que sangrava
    Ao perder um alguém que tanto amava
    Minha vida ficou despedaçada
    Minha fé no Meu Deus foi abalada
    Mesmo assim ele não me abandonou
    A moenda do tempo triturou
    A saudade que estava impregnada.

    Mote: Silvano Lyra

  • pp

    Luiz Gonzaga Limoeiro do Norte-CE

    Num momento saudoso do passado
    Me tornei a mais frágil criatura,
    Fiz do peito um refúgio de amargura
    Pra guardar meu desejo acalentado.
    A mulher por quem fui apaixonado
    Não quiz ser minha eterna namorada,
    Posso agora dizer de alma lavada
    A vontade que eu tinha já passou,
    A moenda do tempo triturou
    A saudade que estava impregnada.

    Mote: Silvano Lyra

  • pp

    Iranildo Marques – Serra Talhada-PE

    Não me venha pedir o meu perdão
    O amor que’ra seu, se foi, partiu
    Num estalo de sonho ele sumiu
    Quando viu tu ferir meu coração
    Como um sonho, buscaste uma ilusão
    Eu fiquei te esperando na estrada
    Mas o tempo passou sem dizer nada
    Apagando da mente o que restou
    A moenda do tempo triturou
    A saudade que estava impregnada.

    Mote: Silvano Lyra

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    Teresa Machado Apodi-RN

    Como flor machucada no Jardim
    Esmagado já vi meu sentimento
    O que trouxe só dor e sofrimento
    Um espinho que a vida pôs em mim
    Resolvi decretar logo o seu fim
    Da paixão que senti não restou nada
    Foi com tiro certeiro eliminada
    A lembrança o presente aniquilou
    A moenda do tempo triturou
    A saudade que estava impregnada.

    Mote: Silvano Lyra

  • Otacílio Pires

    Otacílio Pires – Recife-PE

    Ampulheta de Kronos, Implacável,
    Determina todo tempo do viver
    E esse tempo impossível recorrer
    Deixando-nos cada vez mais vulnerável.
    A tristeza torna-se inevitável
    Quando se perde a pessoa amada
    Mas, com o tempo, a dor é abrandada
    A cicatriz o amor reverberou.
    “A moenda do tempo triturou
    A saudade que estava impregnada.”

    Mote: Silvano Lyra

  • Jerson Brito

    Jerson Brito – Porto Velho-RO

    Precisei me ferir nessa ilusão,
    Mergulhar de cabeça em agonias,
    Permitir as lembranças nos meus dias
    Torturando demais o coração.
    Finalmente enxerguei, na solidão,
    Uma escolha mal feita, equivocada.
    Hoje sou criatura libertada
    Pela dura verdade que restou.
    A moenda do tempo triturou
    A saudade que estava impregnada.

    Mote: Silvano Lyra

  • Bandeira

    Bandeira Júnior – Fortaleza-CE

    Foi o tempo,pra mim,melhor parceiro,
    Ansioso,os segundos eu contava,
    Triturou a saudade que estava
    triturando meu peito por inteiro.
    Eu que fui pacientemente ordeiro,
    Aguardei o momento da chegada,
    A distância era tudo mas do nada
    Numa noite de amor se transformou…
    A moenda do tempo triturou
    A saudade que estava impregnada.

    Mote: Silvano Lyra

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