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Membro da Academia Literária
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Alvino José Neto, nasceu em 4 de janeiro de 1969. Filho de Luiz Ferreira de Lima e Laura Nunes Ferreira, teve uma infância simples e marcada por dificuldades, começando a trabalhar ainda criança para ajudar a família. Perdeu a mãe muito cedo, experiência que contribuiu para formar um homem resiliente e sensível.
Desde pequeno, despertou interesse pela poesia, influenciado pelo pai, que era poeta, e por uma família ligada à literatura popular e à viola. Mesmo tendo estudado apenas até a quinta série, construiu seu aprendizado ao longo da vida, dedicando-se à escrita poética desde 1986.
Agricultor por profissão, sempre conciliou o trabalho no campo com a paixão pela poesia. Casado há 20 anos, é pai de sete filhos, sendo uma filha de 11 anos do casamento atual. Sua história é marcada pelo amor à família, ao trabalho e à poesia, transformando vivências simples em versos cheios de sentimento.

Luiz Ferreira de Lima, carinhosamente conhecido como Luizão, era filho de Alvino Ferreira de lima e Francisca Águida de Lima. Nasceu no Sítio Serra das Cacimbas, município de Itapetim, Pernambuco, em 03 de outubro de 1928, e faleceu em 27 de junho de 1987.
Luizão casou-se com Laura Nunes Ferreira, com quem constituiu uma bela família e teve oito filhos: Ademar, Maria do Carmo, Adelmo, Lúcia, Lucinda, Ednúbia, Adelson e Alvino. Os dois últimos também seguiram o caminho da poesia, perpetuando o talento artístico da família.
Embora não fosse poeta de profissão, sendo sua principal ocupação a agricultura, Luizão cultivava o dom da poesia de maneira espontânea e simples, fazendo versos por distração e inspiração. Sua sensibilidade era expressa em poemas que retratavam acontecimentos do cotidiano, amizades e sentimentos.
Entre suas composições, destaca-se uma estrofe escrita por ocasião do falecimento de seu amigo Manoel Feliciano, que morreu afogado no Rio Pajeú, no ano de 1964, demonstrando sua capacidade de transformar em versos os acontecimentos marcantes da vida e preservar, por meio da poesia, a memória daqueles que fizeram parte de sua história.



Poeta Professor Carlos Luiz da Silva Bonfim, nasceu 21/09/1957, em Goiana. É compositor, cantor, contista, cordelista, trovador, sonetista, ator e glosador. É Graduado em Ciências com Hab. em Matemática-FFPG, Pós-Graduado em Metodologia do Ensino pela UNICAP, e em Gestão Escolar da Educação Básica pela (UFPE). É militante na área da cultura e participantes de diversos coletivos de cultura, tais como, Grupo Terça com Poesia- TCP, Grupo Amigos da Poesia, Linguagens e Versos, Cordel Improvisado, AALGO- Academia se Artes e Letras de Goiana-PE, Academia Literária Clube da Poesia Nordestina, Conselheiro Municipal de Educação, Gestor Escolar no Programa Escola Democrática em dois momentos. Coletâneas: Duetos Poéticos, Cancioneiros de Goiana. Goiana Em Poesias, Seareiros da Arte da Palavra, Novos Trovadores de Goiana. Coroando Goiana em Sonetos e Os Meus Strambottos.
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Izaías Francisco de Moura (Matuto Izaías Moura), poeta cordelista é natural de Custódia (PE), sendo filho de Francisco Sebastião de Moura e Maria de Lourdes A. de Moura. Gosta de literatura de cordel desde menino e hoje tem alguns folhetos publicados. Assistiu grandes cantorias, inclusive do poeta Diniz Vitorino, de quem se tornou um perene admirador. É casado com Regina Moura e gerou dois filhos com a mesma. Escolheu o poeta João Furiba para ser seu patrono, por se tratar de outra grande referência na cultura nordestina. Descendente de quilombolas e indígenas, coloca as marcas dessa ancestralidade em sua poesia, de forma lírica e sentimental. Izaías Moura também escreve e glosa motes, com muita inspiração.

João Batista Bernardo, mais conhecido como João Furiba, uma das maiores expressões da cultura popular nordestina, nasceu em Taquaritinga do Norte, Pernambuco, mas viveu boa parte de sua vida em Sumé, no Cariri da Paraíba. Há algum tempo ele vivia na cidade de Triunfo, no Sertão da Paraíba, com a sua terceira esposa.
O artista era considerado uma lenda da cantoria nordestina e estava incluído entre os maiores repentistas de todos os tempos. Gravou vários discos e publicou o livro Furiba: falando a Verdade.
O cantador morreu aos 100 anos em decorrência de problemas de saúde no Hospital Regional de Cajazeiras por volta das 19h desta quinta-feira(31).
Segundo familiares, o poeta apresentou problemas no seu estado de saúde e foi levado para o Hospital Regional, onde estava internado há cinco dias.
‘’Ele estava bem de saúde, há cerca de cinco dias ele vomitou em casa e decidimos trazê-lo para o Hospital, infelizmente hoje a noite ele veio a falecer’’, disse um dos filhos do poeta.
João Furiba foi em vida um dos maiores nomes da cultura nordestina.






Edivaldo de Lima Gadêlha, nasceu em Goiana (PE), é Professor de História, licenciado pela FFPG-Faculdade de Formação de Professores de Goiana. Quando ainda estava na FFPG participou de uma aula visita ao Engenho Uruaé, em Goiana. fez seu primeiro poema. lnscreveu seu poema no IV Concurso Literário em sua cidade, onde foi vice-campeão (2ºlugar), depois continuou a escrever poemas.
Hoje, já escreveu 188 cordéis com diversos temas, Romances Cômicos e didáticos, alguns destes cordéis estão sendo trabalhados nas escolas. O Poeta ministra palestras e oficinas nas escolas, também é xilogravurista. Além da arte de poeta é Técnico em Desenvolvimento de Embalagem em papelão ondulado. É membro do Grupo Terça com Poesia, IHAGGO – Instituto Histórico Arqueológico e Geográfico de Goiana, onde participa do projeto “Paredes que contam a Historia”. Faz parte do Clag, onde é um dos idealizadores do projeto “A Caravana da Poesias” visitando as escolas divulgando a Poesia e Cordéis. É apresentador do programa “A Hora da Poesia” pela rádio 98,5 Nova FM (rádio comunitária). Também é criador do quadro “Recita Criança”, incentivando as crianças gostarem de poesias. Ainda no Clag é ator amador, já participou de 11 curtas-metragens, já apresentou o Pod Cast “Poesia em Foco”, é membro da AALG – Academia de Artes e Letras de Goiana, onde ocupa a cadeira nº 24 , seu Patrono Lourenço de Albuquerque Gadelha. (Ex-Prefeito por duas vezes), vereador por duas vezes), empresário, comerciante e pai do Poeta. O Cordelista também é compositor, escreveu a letra da musica “Goiana, Terra do Caboclinhos”, outra musica “vem Frevar” onde fala no Galo da Madruga, “A Mulher do Dia e Homem da Meia Noite” e outras. Seu terceiro cordel escrito “A Batalha das Heroínas de Tejucupapo” escrito em 2007, e em 2024 foi transformado em música por uma Banda francesa “Banda Poplitê”. Em 2023 ganhou de presente “ um boneco gigante” (tipo os de Olinda), o boneco desfila na cidade toda segunda feira de carnaval, “O Bloco O Cordelista”, onde o Cordelista vai distribuindo Cordéis durante o trajeto. O bloco já tem música própria. Participou diversos anos da FENEART, no stande na AUAG, onde também é associado. É uma forma de divulgar nossa literatura de Cordel, estes são vendido no preço bem popular, com intuito de alcançar maior público com seus cordéis.
Mário Augusto de Araújo, conhecido no meio artístico como Mário Pintor, foi um renomado artista plástico, cordelista, artesão, xilógrafo e pintor letrista. Nascido em 5 de agosto de 1954 em Goiana, na Zona da Mata Norte de Pernambuco, ele é uma figura de destaque na cultura popular nordestina
-O pintor letrista, artista plástico, artesão, xilógrafo e cordelista, Mário Pintor, seus pais eram: João Augusto de Araújo e Maria Augusta de Araújo, Mário Pintor nasceu na terra dos caboclinhos, Goiana, Pernambuco, no dia 5 de agosto de 1954, na centenária Rua Fundo da Mala.
-Sua primeira obra, pintada aos 13 anos (1967), retratou a Sagrada Família, e ainda compõe seu acervo pessoal. Mário principiou na vida profissional como pintor letrista, em seguida entrou para o universo das artes plásticas com a pintura a óleo.
– Foi no ano de 1970 que Mário estudou cerâmica, tendo como mestre o patrimônio vivo de Pernambuco, o ceramista e pintor Zé do Carmo. Com uma produção ligada a elementos folclóricos e animais silvestres, suas peças recebem o acabamento manual do rosto. Além da pintura e da cerâmica, Mário também transitava pela xilografia, pois ilustrava sua produção cordelística, que foi iniciada aos 42 anos (1996).Apesar da dificuldade de viver da arte em Goiana, Pernambuco, persistia na trilha Feito uma ave solitária no meio de tantas outras, Mário Pintor insistia no que quer e acreditava. Assim prosseguia produzindo sua arte.
-Suas produções artística ele botava em baixo do braço e saia pelas ruas de Goiana vendendo aos amigos, um ponto onde era fácil encontrar –lo era no Restaurante Internacional Buraco da Gia, onde ele encontrava muitos turistas e conseguia vender seus trabalhos por um preço melhor.
-Mario Pintor era cidadão de baixa estatura, costumava usar cabelos grandes, barba por fazer, havia nele um temperamento muito forte, pessoa humilde, apesar do seu temperamento, quando ele simpatizasse com uma pessoa ele dizia este é meu amigo.
– vez por outra frequentava minha residência onde me oferecia seus trabalhos, cordéis, cd’s e dvd’s, eu sempre comprava ao amigo Mario Pintor.
-Mario Pintor reclamava muito da população goianense, ele dizia que era um povo ‘’desaculturado’’ dizia isto por não consumirem seus trabalhos.
– Ele chegou a escrever mais de cem cordéis, telas não sei informar quantas pintor
-Ele Frequentava muito o atelier de Zé do Carmo e o Antiquário de Antônio Macaquinho, vizinhos do Restaurante Buraco da Gia.
– Escreveu um Livro “Fragmentos da História de Goiana” em parceria com o Poeta J.A Silva (Poeta Laureado de Goiana ), hoje aos 83 anos. (2026)
-As suas capas dos seus cordéis ele mesmo ilustrava com sua arte.
– Aos doze de outubro de dois mil e doze (12/10/2012) O artista Mario Pintor saiu de cena da vida, faleceu em Recife – PE no Hospital da Restauração, aos 58 anos.


