Cadeira 55: MARLÚCIA FREITAS

Marlúcia Freitas

 

 

Marlúcia Cunha de Freitas, nasceu em Canindé, Ceará, em 26 de dezembro, filha de Rafael Ângelo de Freitas e Maria Cunha de Freitas. Fez os cursos primário e secundário em escolas do seu município. Vocacionada para o Magistério, formou-se em Pedagogia pela Universidade Vale do Acaraú – UVA, passando a lecionar na Escola Municipal Maria Aglaê Gonçalves Monteiro. Atualmente é professora aposentada e sem cônjuge. Em seu currículo, acumula também a função de Agente de Proteção à Infância e Adolescência. Cultiva o hábito da leitura, ouvir música e escrever. Recentemente, descobriu seu dom poético e passou a escrever poemas que publica nas redes sociais da internet, tendo já quase meia centena de trabalhos escritos de sua autoria. Seu hobby é viajar, fazer amizades e conversar com os amigos. Manifesta sentimento bairrista, prezando costumes e tradições de sua cidade. É membro da Academia Literária de Poesia Nordestina, ocupando a cadeira número…., cujo patrono é o poeta canindeense Cruz Filho (1894-1974).

 

Patrono

Cadeira 54: ZILMAR DE SOUZA

Zilmar de Souza

 

 

Membro da Academia Literária
Padrinho:

 

 

José Zilmar Soares de Souza, nascido em 17. 05. de 1950, na cidade de Cel. João Pessoa, Rio Grande do Norte, filho de José Soares da Silva e Maria França de Souza, Radialista, Cantador, Repentista, Cordelista e autor de vários Cordéis entre eles: Conheça o Fantástico Amazonas. Atualmente morando em Manaus, onde divulga por 43 anos em Rádios e Televisões a cantoria improvisada e o Cordel.

 

Cadeira 53: SOCORRO REBOUÇAS

Socorro Rebouças

 

 

Membro da Academia Literária
Padrinho: Troya D´Souza

 

 

Maria do Socorro Lima Rebouças, nasceu no dia 09 de junho de 1966 em Capanema-PA, onde reside até o dia de hoje. Filha de Antônio de Souza Rebouças e Maria Paulina de Lima Rebouças, estudou até o 2° grau em escola pública (Capanema -PA) e tem formação acadêmica em pedagogia (UEPA), tendo exercido a função de professora 30 anos. Mãe de Mateus, João e Priscila, avó de Júlia, Vicente e Maria Helena, membro da Primeira Igreja Batista, servindo ao Senhor desde sua conversão em 1991, e até que Ele volte.

Poetisa cordelista, possui vários trabalhos publicados em portais eletrônicos e apresentados em programações culturais diversas. Escreveu três livros, “Mulheres anônimas na Bíblia e suas preciosas lições”, Lançando a boa semente através da poesia” e “Cordel com açaí”, vários cordéis de temas variados. Tem participação em cinco antologias e no Dicionário Biobibliográfico dos Cordelistas Contemporâneos. É membro da Academia Paraense de Literatura de Cordel (APLC), Academia Capanemense de Letras e Artes (ACLA) e Academia Literária Clube da Poesia Nordestina (ALCPN). Emprega com frequência sextilhas, septilhas e décimas para escrever seus cordéis, destacando temas vinculados ao Pará, a julgar por seu canal no YouTube e página no Facebook intitulados “Cordel com açaí”. Também se brinda sobretudo, com conteúdos cristãos, motivada por estudos feitos com profundidade nos livros da Bíblia.

 

Patrono

 

Cláudio Cardoso

 

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Cadeira 51: ODEÍDE DANTAS

Odeíde Dantas

 

 

Membro da Academia Literária
Padrinho:

 

 

FRANCISCA ODEÍDE DANTAS DE MORAES, oriunda de Cacaré dos Dantas, município de Cajazeira do Rolin, Paraíba. Imperatrizense por adoção, desde os 7 meses de idade, aqui cresci, física e intelectualmente. Casei-me com um belo rapaz cheio de adjetivos inerentes ao caráter e um próspero comerciante. Dessa união nasceram 8 filhos, desses criamos 7 maravilhosos presentes que DEUS nos deu. Desses 7 filhos, 6 mulheres e 1 homem, dos quais tenho muito orgulho dessa prole. Todos os filhos têm nível superior e eu também. Meu digníssimo esposo tinha um grau de estudo de profissionalizante muito bem desempenhado. Meu querido companheiro nos deixou há 4 anos, deixando grande saudade pra todos nós,(sete filhos, vinte e cinco netos e dois bisnetos).

Patronesse

Cecília Meireles

 

Cecília Meireles (1901-1964), foi uma poetisa, professora, jornalista e pintora brasileira. Foi a primeira voz feminina de grande expressão na literatura brasileira, com mais de 50 obras publicadas. Com 18 anos estreia na literatura com o livro “Espectros”.

Participou do grupo literário da Revista Festa, grupo católico, conservador. Dessa vinculação herdou a tendência espiritualista que percorre seus trabalhos com frequência. Embora mais conhecida como poetisa, deixou contribuições no domínio do conto, da crônica, da literatura infantil e do folclore.

Cecília Benevides de Carvalho Meireles (1901-1964) nasceu no Rio de Janeiro no dia 7 de novembro de 1901. Perdeu o pai poucos meses antes de seu nascimento e a mãe logo depois de completar 3 anos. Foi criada por sua avó materna, a portuguesa Jacinta Garcia Benevides.

 

Formação

Cecília Meireles fez o curso primário na Escola Estácio de Sá, onde recebeu das mãos de Olavo Bilac a medalha do ouro por ter feito o curso com louvor e distinção. Em 1917 formou-se professora na Escola Normal do Rio de janeiro. Estudou música e línguas. Passou a exercer o magistério em escolas oficiais do Rio de Janeiro.

 

Carreira literária

Em 1919, Cecília Meireles lançou seu primeiro livro de poemas, “Espectros” com 17 sonetos de temas históricos. Em 1922, por ocasião da Semana de Arte Moderna ela participou do grupo da revista Festa, ao lado de Tasso da Silveira, Andrade Muricy e outros, que defendia o universalismo e a preservação de certos valores tradicionais da poesia. Nesse mesmo ano, casa-se com o artista plástico português Fernando Correia Dias, com quem teve três filhas.

Cecília Meireles estudou literatura, folclore e teoria educacional. Colaborou na imprensa carioca escrevendo sobre folclore. Atuou como jornalista em 1930 e 1931 e publicou vários artigos sobre educação. Fundou em 1934 a primeira biblioteca infantil no Rio de Janeiro. O interesse de Cecília pela educação se transformou em livros didáticos e poemas infantis.

Ainda em 1934, a convite do governo português, Cecília viaja para Portugal, onde profere conferências divulgando a literatura e o folclore brasileiros. Em 1935 morre seu marido.

 

Professora

Entre 1936 e 1938, Cecília lecionou Literatura Luso-Brasileira na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Em 1938, o livro de poemas “Viagem” recebe o Prêmio de Poesia, da Academia Brasileira de Letras. Em 1940 casa-se com o professor e engenheiro agrônomo Heitor Grilo.
Nesse mesmo ano, Cecília leciona Literatura e Cultura Brasileira na Universidade do Texas. Profere conferência sobre Literatura Brasileira em Lisboa e Coimbra. Publica em Lisboa o ensaio “Batuque, Samba e Macumba”, com ilustrações de sua autoria.

Em 1942 torna-se sócia honorária do Real Gabinete Português de Leitura do Rio de Janeiro. Realiza várias viagens aos Estados Unidos, Europa, Ásia e África, fazendo conferências sobre Literatura, Educação e Folclore.

 

Características da obra de Cecília Meireles

A rigor, Cecília Meireles nunca esteve filiada a nenhum movimento literário. Sua poesia, de modo geral, filia-se às tradições da lírica luso-brasileira. Apesar disso, suas publicações iniciais evidenciam certa inclinação pelo Simbolismo, reúnem religiosidade, desespero e individualismo. Há misticismo no campo da solidão, mas existe a consciência de seus dons e seu destino:

“Eu canto porque o instante existe
e a minha vida está completa.
-Não sou alegre nem sou triste:
sou poeta.”

Quais são as grandes obras de Cecília Meireles?

A verdade é que as obras de Cecília Meireles até hoje têm um impacto muito saudável e educacional para a literatura brasileira.

Não só no Brasil, mas em outros países as obras dessa grande escritora brasileira tem a sua função em educar e mostrar às pessoas o quanto a literatura é libertadora.

Ouvir a seguir algumas obras de Cecília Meireles para você conhecer ainda mais sobre o trabalho natural dessa grande escritora e poetisa brasileira.

  • Pequeno Oratório de Santa Clara, poesia (1955)
  • Evocação Lírica de Lisboa, prosa (1948)
  • Romanceiro da Inconfidência, poesia (1953)
  • Pístóia, Cemitério Militar Brasileiro, poesia (1955)
  • Romance de Santa Cecília, poesia (1957)
  • Nunca Mais… e Poema dos Poemas (1923)
  • Doze Noturnos de Holanda, poesia (1952)
  • Escolha o Seu Sonho, crônica (1964)
  • Baladas Para El-Rei, poesia (1925)
  • Poemas Escritos Na Índia (1962)
  • Eternidade em Israel, prosa (1959)
  • Ou Isto Ou Aquilo, poesia (1965)
  • Metal Rosicler, poesia (1960)
  • Giroflê, Giroflá, prosa (1956)
  • Canção, poesia (1956)
  • Espectros, poesia (1919)
  • Vaga Música, poesia (1942)
  • Viagem, poesia (1939)
  • Mar Absoluto, poesia (1945)
  • Viagem, poesia (1925)
  • Antologia Poética, poesia (1963)
  • Retrato Natural, poesia (1949)
  • A Rosa, poesia (1957)

 

As melhores frases de Cecília Meireles

 

Cecília Meireles

Confiasse aqui algumas citações de Cecília Meireles e conheço ainda mais sobre os pensamentos e forma de educar dessa grande escritora e educadora brasileira.

“Liberdade de voar num horizonte qualquer, liberdade de pousar onde o coração quiser.”

“Adestrei-me com o vento e minha festa é a tempestade.”

“Quanto mais me despedaço, mais fico inteira e serena.”

“Tenho fases, como a Lua; fases de ser sozinha, fases de ser só sua.”

“Aprendi com as primaveras a deixar-me cortar e a voltar sempre inteira.”

“Liberdade é uma palavra que o sonho humano alimenta, não há ninguém que explique e ninguém que não entenda.”

“De longe te hei de amar – da tranquila distância em que o amor é saudade e o desejo, constância.”

“A minha infância de menina sozinha deu-me duas coisas que parecem negativas, e foram sempre positivas para mim: silêncio e solidão.”

“Se em um instante se nasce e um instante se morre, um instante é o bastante pra vida inteira.’

“Em toda a vida, nunca me esforcei por ganhar nem me espantei por perder. A noção ou o sentimento da transitoriedade de tudo é o fundamento mesmo da minha personalidade.”

Cadeira 50: NECI ALMEIDA

Neci Almeida

 

Membro da Academia Literária
Padrinho:

 

 

Neci Lopes de Almeida, nasceu aos 23 de fevereiro no Sítio Santo Antônio de Lima no município de Itapetim-PE, filha de Narciso Henrique da Silva e Laura Lopes de Almeida, divorciada, mãe de três filhos: Felipe Almeida, Iara Lopes e Ana Lopes, funcionária pública Municipal e poetisa.

Patrono

PEDRO AMORIM

 

PEDRO VIEIRA DE AMORIM, (1921/2011), nasceu no sítio  Surubim município de Desterro-PB., filho de Jerônimo Correia de Amorim  e Tereza Maria da Conceição , viveu a maior parte da sua vida no sítio Surubim, trabalhando na agricultura,  aos dezenove anos de idade  começou  a cantar repente ao lado  de  Zé  Aires de Mendonça,  Manuel  Raimundo, Olívio  de Livramento,  Zé  Catota e  Lourival  Batista. Participou  de vários congressos era conhecido  como o Poeta dos vaqueiros.
Sou o vaqueiro mais velho
Que hoje tem no sertão
Ainda tenho no corpo
As marcas do meu gibão
Mas o peso da idade
Me obrigou  contra a vontade
Deixar minha  profissão.
Poeta: Pedro Amorim.

 

Cadeira 46: SEVERINO ARAÚJO (In Memoriam)

Severino Araújo

 

 

Membro da Academia Literária

 

 

Severino Luiz de Araújo, nasceu na cidade de Carpina (PE) em 12/03/1939 (81 anos), Economista formado pela Universidade Católica de Pernambuco. Sua vida profissional foi intensa, tendo trabalhado na Câmara dos Deputados (Brasília-DF) durante 28 anos, vindo recentemente a participar do Festival Vamos Fazer Poesia (Serra Talhada-PE).

 

Patrono

Carlos Pena Filho

 

Carlos Souto Pena Filho (Recife, 17 de maio de 1929 – Recife, 1 de julho de 1960) foi um advogado, jornalista e poeta brasileiro, considerado um dos mais importantes poetas pernambucanos da segunda metade do século XX depois de João Cabral de Melo Neto. Formado em Direito pela Faculdade de Direito do Recife, em frente à qual hoje se encontra o busto do poeta

Obra

A poética de Carlos Pena Filho, carregada de oralidade e musicalidade, possui forte apelo pictórico. Visual e plástico, o poeta “pinta” o poema com palavras. Dono de um lirismo envolvente, é um poeta de imagens plásticas onde se destaca a cor, o movimento e a luz. Escreveu vários poemas tendo nos títulos a palavra retrato e cerca de uma centena contendo os nomes das cores ou referências a elas. Dentre estas, possuía forte interesse no Azul, a ponto de alguns afirmarem que trata-se de uma “poesia vestida de azul”. Seu primeiro trabalho como poeta, o soneto “Marinha”, foi publicado em 1947 pelo Diário de Pernambuco. Em 1952, publicou o primeiro livro: “O Tempo da Busca”.

Ainda estudante, publicou “Memórias do Boi Serapião” em 1956. Bacharelou-se em 1957 e no ano seguinte saiu “A Vertigem Lúcida”, seu terceiro livro, premiado pela Secretaria de Educação e Cultura de Pernambuco. Em 1959, lançou o “Livro Geral”, reunindo sua obra poética já editada acrescida de poemas novos (Prêmio de Poesia do Instituto Nacional do Livro). Compositor, em parceria com Capiba, renomado músico pernambucano, foi autor de letras de músicas de sucesso, entre as quais destaca-se “A mesma rosa amarela”, incorporada ao movimento da Bossa Nova na voz de Maysa, e depois gravada por outros artistas como Vanja Orico, Tito Madi e Nelson Gonçalves, “Claro Amor”, “Pobre Canção” e “Manhã de Tecelã”.