Cadeira 34: DAMIÃO MOURA

Damião Moura

 

Membro da Academia Literária
Padrinho: Jxxxx

 

 

Damião Moura da Silva,  nasceu em março de 1963. Filho de  Zacarias Moura da Silva e Inácia Alves de Barros Silva. Natural de Serra Talhada, Estado de Pernambuco.
Estudante de escola pública, servidor público federal, bacharel em Direito, com Pós-graduação em Direito Processual e mestrando em Direito Processual do Trabalho.
Boêmio por vocação, servidor público por necessidade.

Patrono

Cadeira 33: TONY ANNES

Tony Annes

 

 

Membro da Academia Literária
Padrinho:

 

 

Antonio Carlos Xavier Annes (Tony Annes), natural de Recife PE, com raízes familiares fincadas no sertão do Pajeú na cidade de Tabira PE. Poeta, Compositor e Advogado. Membro da Academia Literária Clube da Poesia Nordestina. Incentivador e admirador da cultura popular do Nordeste.

 

Patrono:

Antônio Pereira

(O poeta da saudade)

 

Conhecido como o poeta da saudade, Antônio Pereira, nasceu a 13 de novembro de 1891, no sítio Jatobá, hoje município de Itapetim, onde viveu até a morte, a 07 de novembro de 1982. Violeiro e poeta popular, ele mal assinava o nome e nunca fez da arte a sua profissão, tendo sobrevivido como modesto agricultor.

Antônio Pereira participava de jornadas de improviso apenas com os amigos e os seus versos sobreviveram ao tempo porque eram repassados verbalmente pelos seus admiradores que os decoravam. Em 1980, com a ajuda de amigos, publicou seu único folheto, “Minhas Saudades”, uma coletânea de sua poesia.

 

Alguns versos do poeta:

Saudade é um parafuso
Que na rosca quando cai,
Só entra se for torcendo,
Porque batendo num vai
E enferrujando dentro
Nem distorcendo num sai.

 

Saudade tem cinco fios
Puxados à eletricidade,
Um na alma, outro no peito,
Um amor, outro amizade,
O derradeiro, a lembrança
Dos dias da mocidade.

 

Saudade é como a resina,
No amor de quem padece,
O pau que resina muito
Quando não morre adoece.
É como quem tem saudade
Não morre, mas adoece.

 

Adão me deu dez saudades
Eu lhe disse: muito bem!
Dê nove, fique com uma
Que todas não lhe convêm.
Mas eu caí na besteira,
Não reparti com ninguém.

 

Saudade é a borboleta,
Que não conhece a idade.
Voando, vai lá, vem cá,
Misteriosa, à vontade.
Soltando pêlo das asas,
Cegando a humanidade.

 

Quem quiser plantar saudade
Primeiro escalde a semente.
Depois plante em lugar seco,
Onde bata o sol mais quente.
Pois, se plantar no molhado,
Quando nascer mata gente.

 

Fonte: forrobodologia

           Besta fubana

 

Cadeira 32: ROSA CHAVES

 

Rosa Chaves

 

 

Membro da Academia Literária
Padrinho: Poeta Luiz Gonzaga Maia

 

 

Rosa Maria Chaves Pinto Nunes, nasceu em 17 de abril de 1970, em Apodi-RN. Filha do agricultor e pecuarista Francisco Sales Pinto (in memoriam) e da dona de casa Rosa Cândida C. Pinto. É graduada em Ciências Sociais pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte – UERN, pós-graduada em Gestão e Coordenação Escolar pela FVJ e Professora da Rede Estadual de Educação do RN desde 1990. Também é membro da Academia Literária Clube da Poesia Nordestina desde 2020 e coautora em obras coletivas como “Vidas Negras Importam” e “100 Anos de Paulo Freire”. Integra as coletâneas I a V da ALESPE, Sertão e Poesia e o Festival Vamos Fazer Poesia (ed. VIII a XIV). Em 2025, ficou classificada em 12° lugar no “13° Festival Vamos Fazer Poesia” e participou do 1º Encontro Nacional de Mulheres na Literatura de Cordel.
Além disto, publicou os seguintes cordéis: O CARNAVAL DE APODI – PARTE I ; IRMÃS PURIFICAÇÃO: 360 Anos 1665 – 2025 – Uma História de Luz e de Oferta e Nossa Senhora da Conceição – Dos Povos Originários aos Dias Atuais. Tem participação em diversas obras coletivas de Sonetos, Cordéis, Glosas, Galopes à Beira-Mar, Travessias, etc., dentre elas: o Coletivo Poético do Desafios e Poderosas do Cordel no Leme da Poesia. É membro da Academia Apodiense de Letras e participa de diversos grupos poéticos, entre os quais, o Coletivo Cordel da Hora.

 

Patrona:

Zila Mamede

 

ZILA MAMEDE, nasceu em Nova Palmeira, na Paraíba, em 1928. É expressão máxima da poesia potiguar do século XX. Foi lida e admirada por grandes poetas como Manuel Bandeira, Carlos Drummond de Andrade, João Cabral de Melo Neto. Faleceu em 1985, enquanto nadava na Praia do Meio, costa litorânea, próxima ao Forte dos Reis Magos, em Natal, Rio Grande do Norte.
ROSA DE PEDRA (1953):
CANÇÃO DA ROSA DE PEDRA
Essa, a rosa da promessa
da noite do nosso amor,
murcha rosa indiferente,
sem alma, escassa de olor?
Por que essa rosa de pedra,
o meu presente nupcial?
– Pantanosa flor de lama
gerada em brisas de sal.
O riso da minha infância,
gritam-no abismos de sangue
onde boia impura, incauta,
flor de pedra, flor de mangue.
A vã promessa incumprida
na noite do nosso amor
repousa em praias de sombra
navega em mares de dor.
SALINAS (1958):
ELEGIA
Não retornei aos caminhos
que me trouxeram do mar.
Sinto-me brancos desertos
onde as dunas me abrasando
tarjam meus olhos de sal
dum pranto nunca chorado,
dum terror que nunca vi.
Vivo hoje areias ardentes
sonhando praias perdidas
com levianos marujos
brincando de se afogar,
com rochedos e enseadas
sentindo afagos do mar.
Tudo perdi no retorno,
tudo ficou lá no mar:
arrancaram-me das ondas
onde nasci a vagar,
desmancharam meus caminhos
– os inventados no mar:
depois, secaram meus braços
para eu não mais velejar.
Meus pensamentos de espumas,
meus peixes e meu luar,
de tudo fui despojada
(até das fúrias do mar),
porque já não sou areias,
areias soltas de mar.
Transformaram-me em desertos,
ouço meus dedos gritando
vejo-me rouca de sede
das leves águas do mar.
Nem descubro mais caminhos,
já nem sei também remar:
morreram meus marinheiros,
minha alma, deixei no mar.
Pudessem meus olhos vagos
ser ostras, rochas, luar,
ficariam como as algas
morando sempre no mar.
Que amargura em ser desertos!
Meu rosto a queimar, queimar,
meus olhos se desmanchando
– roubados foram do mar.
No infinito me consumo:
acaba-se o pensamento.
No navegante que fui
sinto a vida se calar.
Meus antigos horizontes,
navios meus destroçados,
meus mares de navegar,
levai-me desses desertos,
deitai-me nas ondas mansas,
plantai meu corpo no mar.
Lá, viverei como as brisas.
Lá, serei pura como o ar.
Nunca serei nessas terras,
que só existo no mar.
CANÇÃO DO AFOGADO
Nos olhos de cera
dois pingos de vida,
nas marcas de vida
a noite pisou.
A face tranquila
bordada de sombras
– são restos de estrelas
que o céu apagou.
Os dedos lilases
não pedem mais sol;
e os lábios desfeitos
perderam seus gestos,
calaram seus sonhos
que a morte levou.
Cabelos de musgos
lavados de espumas
caminha o afogado
que o mar conquistou.
RETRATO
Me lembrava da menina
escavacando o chão agreste,
me lembrava do menino
carregando melancias.
Em que terras desembocam
esses talos de crianças
mais finos que as maravalhas,
mais fortes que a ventania?
Dois pés descobriram casa,
multiplicaram-se em hastes
– são cabeleiras de trigo
dos moinhos de Van-Gogh.
A sombra dos dois irmãos
repartiu-se entre os veleiros:
seu tronco desarvorado
virou estrelas no mar.
O ARADO (1959):
TRIGAL
Por entre noite e noite, essas veredas
para os trigais maduros me acenando.
Despertam-se campinas, precipitam-se
as invenções da luz na ventania.
Por entre lua e lua, essa querência
– um resmungar de espigas conscientes
do retorno às searas, que ceifeiros
já descerraram olhos invernais.
Planície enlourecendo se oferece
e um mar desenha nos pendões crescentes.
Ceifeiros – seus marujos sem navios –
pescam sementes, riscam no amarelo
a saudade dos peixes inascidos
nesse (não mar das águas) mar de pão.
MILHARAIS
Nos milharais plantados (minha infância),
recém-nascidas chuvas pelos rios
que rebentavam adubando várzeas
onde meus pés-meninos se afundavam
no cheiro fofo do paul novinho.
Terra multipartida, covas conchas,
das mãos do meu avô descendo o grão.
Pela manhã íamos ver as roças
à superfície frutos devolvendo
– folhinhas enroladas, verde calmo
se desfiando ao sol, em sol, de sol.
Quando escorriam outros aguaceiros
os dedinhos do milho iam subindo
em vertical, depois abrindo os braços
e já mais tarde o milharal surgia
os pendões leques leves abanando
o triunfal aceno da chegada.
E vinha logo a quebra das espigas,
eu chorava de pena, elas dobravam-se
por sobre o caule, tesas deslizando
no chão, nos aventais apanhadores,
sua palha entreaberta – riso triste
de quem, nascido, vê-se morto infante,
pois sendo espigas tenras, de repente
logo viravam massa, logo, pão.
Eu as tomava com temor doçura,
trançava seus cabelos, embalava-as:
eram espigas não, eram bonecas
que me aqueciam, eu as maternava
lavando-as, penteando-as, libertando-as
de gumes de moinhos e de fomes
dos animais domésticos, ancinhos,
fogueiras de São João. Pelos terreiros
procuro em vão os milharais vermelhos
de vermelhas papoulas adornando
as vaidosas tranças das espigas –
bonecas brancas, minha meninice,
meu avô habitando agora um campo
onde ele, em vez do milho, é uma semente,
meu avô, minha avó, os milharais,
não tendo mais infância, tenho-a mais.
EXERCÍCIO DA PALAVRA (1975):
MÃE
A mulher fia o filho
No silêncio do corpo
inaugura-se: mãe.
O ventre: curvatura de sol
levantando-se
em mansidão de horizonte.
De si própria se esquece:
tecelã da rosa que já aflora
em crescimento lento
no seu sangue.
BALADINHA
DA VARANDA DO APARTAMENTO
DE ODILON RIBEIRO COUTINHO,
NUMA FESTA
ONDE PIXINGUINHA REINAVA
As cores e tua fala
na varanda solidão
deixei que a noite morrente
repousasse em tua mão
Um vale remanhecido
põe nevoeiro em teus cabelos
nas cores a madrugada
explicando-me navegos
Subida montanha, linhas
nas cores de tua face:
letra morta despedida
dos azuis que abandonei
De dentro dos teus acordes
um cavalo disparou:
por sobre os vãos dos teus olhos
rosamanhã me levou.
CORPO A CORPO (1978):
ONDE
Entre a ânsia
  e a distância
  onde me ocultar?
Entre o medo
  e o multiapego
  onde me atirar?
Entre a querência
  e a clarausência
  onde me morrer?
Entre a razão
  e tal paixão
  onde me cumprir?
A HERANÇA (1984):
HERMELINDA NO ESPELHO
O rosto exige unção de creme nutritivo
textura de loção hidratante
sedosidade de sabão adstringente
O rosto seleciona cores de potes,
formatos de tubos e de frascos
na concorrência das embalagens
que se oferecem em fiteiros e vitrines
– o chamariz harmônico e ofuscante
do gás neón, luz fria, candeeiros
Espelhos salientam abusivos olhos
pincéis acentuam a descritiva sensual dos lábios
dedos massageiam impiedosas geometrias
                        [de pescoços e colos
Sacralizados em banheiros e termas
multíplices cosméticos realimentam
as vibrações do rosto que exorciza o tempo.

Cadeira 31: DEUSINHA POETISA

 

Deusinha Poetisa

 

Membro da Academia Literária
Madrinha: Alexandra Lacerda

 

 

Antonia de Oliveira Tôrres Alves, pseudônimo “Deusinha” nasceu no Distrito de Córrego, Município de Apodi/RN, em 18/02/1968. Filha de João Tôrres de Andrade e Joana Vinda de Oliveira Tôrres. Casada com Roberto Alves, tem duas filhas, Roberta Rafaela e Isabel Aurélia e a neta, Ana Cecília. É membro da Academia Apodiense de Letras (AAPOL). Faz parte da Academia Literária Clube da Poesia Nordestina. É Poetisa Popular, Compositora de Paródias, cordelista, escritora e autora do livro: Minhas Rimas Iniciais. Participante de vários Cordéis Coletivos, revistas e livros diversos, incluindo, os 4 livros da ALESPE, que participou como coautora.
Sempre apresenta seus trabalhos em eventos regionais.

 

Patrono

 

Elizeu Ventania

Cadeira 30: VANA MILETTO

Vana Miletto

 

Membro da Academia Literária
Padrinho: Jxxxx

 

 

Vana Miletto (Silvana Lemes Souza), formada no Magistério, atuando há 32 anos na alfabetização na rede Pública Estadual de Ensino. Atuou como Professora Universitária na UNIP, FAESP, CDESP. Foi Mediadora no projeto EDUCOM no NCE/ECA-USP. Mestrado com cumprimento de créditos pela PUC/SP em Psicologia Educacional e em Conhecimento e Aprendizagem Escolar pela Universidade São Francisco.
Poetisa, cronista e contista, contando com 15 obras publicadas, dentre elas, 2 livros de crônicas, 1 romance e 12 livros de poesias. Atualmente com 13 textos premiados e textos selecionados para antologias. Membro Imortal na Academia Itapetiningana de Letras, cadeira 32 e Membro Correspondente Imortal na ALUBRA, Academia Luminescência Brasileira, cadeira 151.

Patrono

Cadeira 29: ROBERTO GOMES

 

Roberto Gomes

 

Membro da Academia Literária
Padrinho: Jxxxx

 

 

Roberto Gomes dos Anjos, natural de São José do Egito – PE, nascido aos 30/10/1969, cursou o ensino médio em Contabilidade e é amante da cultura popular nordestina. É  repentista amador e contador de causos de pessoas de sua região desde seus 20 anos de idade. Costuma fazer apresentações em cantorias dos colegas nos bares da cidade, participa de cantorias filantrópicas e festivais regionais.

 

Patrono

 

Cadeira 28: AURINEIDE ALENCAR

Aurineide Alencar

 

Membro da Academia Literária
Padrinho: Jxxxx

 

 

Aurineide Alencar é uma incentivadora da cultura popular nordestina, pesquisadora da literatura de cordel e idealizadora da Cordelteca Itinerante Cantinho do Cordel. Seu trabalho é dedicado à preservação, valorização e divulgação das tradições culturais do Nordeste brasileiro, especialmente por meio da literatura de cordel, da poesia popular e da memória dos grandes mestres da cultura nordestina.

Movida pelo amor às raízes nordestinas, Aurineide transformou sua paixão pelo cordel em uma missão cultural. Por meio da Cordelteca Itinerante Cantinho do Cordel, leva livros, folhetos, histórias e conhecimentos a diferentes públicos, aproximando crianças, jovens e adultos do universo da literatura popular.

Seu projeto atua como espaço de incentivo à leitura, preservação da memória cultural e valorização dos cordelistas, contribuindo para que essa importante manifestação artística continue viva e acessível às novas gerações.

Através de exposições, mostras, apresentações e ações educativas, Aurineide contribui para fortalecer a identidade cultural nordestina e ampliar o reconhecimento da literatura de cordel como patrimônio cultural brasileiro.

 

Patrona

Maria das Neves Baptista Pimentel

(1913–1994)

 

Maria das Neves Baptista Pimentel, nasceu em João Pessoa, Paraíba, em 2 de agosto de 1913. Filha do poeta e editor Francisco das Chagas Baptista, cresceu em contato direto com a literatura popular e o cordel.

Em uma época em que as mulheres enfrentavam preconceito para publicar suas obras, utilizou o pseudônimo ‘Altino Alagoano’ para divulgar seus folhetos.

Em 1938 publicou ‘O Violino do Diabo ou o Valor da Honestidade’, sendo reconhecida como a primeira mulher a publicar folhetos de literatura de cordel no Brasil.

Sua atuação abriu caminho para gerações de mulheres cordelistas e consolidou seu nome como pioneira do cordel feminino brasileiro.

Faleceu em 15 de outubro de 1994, deixando um importante legado para a cultura popular nordestina.

 

Linha do Tempo

1913 – Nasceu em João Pessoa (PB).

Década de 1930 – Inicia sua produção literária em cordel.

1938 – Publica ‘O Violino do Diabo ou o Valor da Honestidade’.

Reconhecimento posterior – Passa a ser considerada a pioneira do cordel feminino brasileiro.

1994 – Falece, deixando um legado marcante para a literatura popular.

Cadeira 27: TERESA MACHADO

Teresa Machado

 

Membro da Academia Literária
Padrinho: Josias Medeiros

 

 

Teresinha de Sousa Machado (Teresa Machado). Filha do agricultor João Tito Filho e da doméstica Maria Fernandes de Sousa. Nasceu na cidade de Apodi-RN, no dia 03 de abril de 1959. Graduada em Pedagogia pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), Especialista em Linguagens e Educação, pela Universidade Potiguar (UNP). Aposentada pela Secretaria de Educação e Cultura do RN. Atualmente exerce a profissão de poetisa cordelista.

Patrono

Carlos Drumond

 

Carlos Drumond de Andrade – poeta brasileiro, nasceu em 31 de outubro de 1902, em Itabira – Minas gerais, faleceu em 17 de agosto de 1987 no Rio de janeiro. Filho de Carlos de Paula Andrade e Julieta Augusta Drumont. Cônjuge: Dolores Dutra de Morais ( de 1925 a 1987). Filhos: Maria Julieta Drumond de Andrade e Carlos Flávio Drumond de Andrade.
Formação: Faculdade de Odontologia e Farmácia na UFMG (1923-1925).
Seu poema mais famoso – No meio do caminho, publicado em 1928, marcante no modernismo brasileiro.

 

No meio do caminho tinha uma pedra
Tinha uma pedra no meio do caminho
Tinha uma pedra
No meio do caminho tinha uma pedra

Nunca me esquecerei desse acontecimento
Na vida de minhas retinas tão fatigadas
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
Tinha uma pedra
Tinha uma pedra no meio do caminho
No meio do caminho tinha uma pedra

Cadeira 26: CONCEIÇÃO OLIVEIRA – CECITA

 

Cecita

 

 

Membro da Academia Literária
Padrinho: Luiz Gonzaga Maia

 

 

Conceição Maria Oliveira de Almeida (Cecita), professora com duas licenciaturas, mestre em educação, artista plástica, letrista e poeta. Tem quatro publicações e outras três no prelo. Nos tempos da escola sua veia poética desabrochou e, já na faculdade, ganhou troféus nos festivais de poesia promovidos pela Universidade. É membra da Academia Literária Clube da Poesia Nordestina.
Contato: cecitaoliveira@hotmail.com – (88) 999047207 (88)3522.1330.

Patrono

 

Quintino Cunha

Cadeira 25: MÔNICA FREITAS

Mônica Freitas

 

Membro da Academia Literária
Padrinho:

 

 

Maria Mônica de Freitas, professora graduada em Letras e Pedagogia. Especialista em ensino de literatura, leitura e produção de texto. Mestra em Letras. Potiguar arretada, indígena da etnia Paiaku/Tapuya.
Dotes acadêmicos: Pesquisadora e escritora da história indígena no RN e da área de Educação. Dotes culturais: cronista, poetisa livre e cordelista; amante da música brasileira, do forró e do sertanejo.

Patrona